Suspeitos dizem que grávida morta participava de rituais macabros
Homem também admitiu ter mantido relações com a garota, que foi encontrada morta em uma praia no litoral de SP
São Paulo|Márcio Neves, do R7, e Leonardo Lara, da Record TV

O casal suspeito de planejar e assassinar Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, afirmou em depoimento, obtido com exclusividade pela RecordTV, que a garota fazia parte da seita satanista a qual lideravam. De acordo com a polícia, o casal oferecia serviços espirituais pela internet. O homem também admitiu que manteve relações sexuais com a garota.
O homem ainda afirmou que só ficou sabendo da gravidez da garota após a divulgação do laudo do IML (Instituto Médico Legal) sobre a morte.
A família da garota nega que ela tivesse envolvimento com qualquer seita. Eles ainda afirmam a jovem teria vindo para São Paulo por causa de um emprego em uma transportadora administrada pelo casal.
A Polícia Civil suspeita que o casal tenha manipulado a garota. Os suspeitos tentaram resgatar um seguro de vida no valor de R$ 260 mil que estava contratado em nome da vítima e tinha o casal como beneficiários.

Morte Misteriosa
O corpo de Atyla Arruda Barbosa foi encontrado em uma praia de Mongaguá no dia em 3 de julho, com suspeitas de morte provocada por afogamento. Após o corpo ser identificado, o casal apontado como suspeito, que também seriam patrões da garota, se apresentaram como seus padrinhos.
Com a morte, o laudo do IML revelou que a garota estava grávida e a polícia apreendeu o casal quando eles tentaram resgatar o seguro feito em nome da garota. A família de Atyla descobriu a morte somente 20 dias depois do ocorrido.
Durante as investigações a polícia descobriu que os casal de suspeitos participava de uma seita satânica e agora tenta descobrir se a morte da garota foi motivada por algum tipo de ritual.













