Suspeitos roubam remédios avaliados em mais de R$ 1 milhão
Furto de medicamentos é o segundo registrado pela polícia neste mês. O primeiro ocorreu no Hospital da Unifesp, quando R$ 1 mi foi levado
São Paulo|Plínio Aguiar, do R7, e Stéphanie Nascimento, da Agência Record

A Polícia Civil investiga um furto a uma empresa de logística ocorrido no domingo (26), na Mooca, bairro da zona leste de São Paulo. A carga roubada foi avaliada em quase R$ 1,3 milhão. No início deste mês, um grupo furtou medicamentos do Hospital da Unifesp cotados em R$ 1 milhão.
Policiais militares foram acionados para atender uma ocorrência de furto na madrugada do domingo na rua Coronel Joviniano Brandão. No local, verificaram que duas portas haviam sido danificadas.
O proprietário da empresa informou que centenas de caixas de medicamentos de alto custo foram furtadas, além de duas caminhonetes Fiat Fiorino, um notebook e todo o sistema de câmera de segurança. Um dos veículos furtados foi encontrado no Jardim Modelo, bairro também da zona norte da capital paulista.
O caso foi registrado como furto qualificado, furto e localização e apreensão/entrega de veículo, no 56º Distrito Policial (Vila Alpina), que solicitou perícia técnica. Em seguida, foi encaminhado para o 57º DP (Parque da Mooca), área dos fatos.
Hospital da Unifesp
Seis homens conseguiram roubar R$ 1 milhão em remédios de alto custo no Hospital da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), na zona sul da capital paulista. Câmeras de segurança registraram a ação, que demorou apenas 17 minutos.
Às 7h12 do dia primeiro, os suspeitos estacionaram o carro em frente ao local que os remédios estavam. Seis minutos depois, a câmera registra um homem do lado de dentro do hospital, especificamente no almoxarifado. Ele usa um celular e uma prancheta para se comunicar.
Em seguida, o suspeito abre a porta do almoxarifado e a van está na frente. O motorista manobra e entra de ré. Nesse momento, as portas do veículo se abrem e a quadrilha coloca os remédios para dentro do carro.
Na ocasião, a polícia informou que quatro homens renderam, além dos vigias, quatro funcionárias do hospital — as vítimas entregaram os celulares e tiveram as mãos amarradas.
Em nota, o hospital comunicou que já havia sido abastecido pelo almoxarifado, o que "não afetou o atendimento aos pacientes".













