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TJ mantém fora do cargo promotora suspeita de matar o marido em SP

Cristiane Helena Leão Pariz é suspeita de matar o advogado João Marcelo Bijarta Ferraioli, dentro do escritório da vítima, em São Bernardo do Campo 

São Paulo|Kaique Dalapola, do R7

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Promotora foi colocada "em disponibilidade por interesse público"
Promotora foi colocada "em disponibilidade por interesse público"

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) decidiu manter a promotora Cristiane Helena Leão Pariz afastada de suas atividades. Ela é suspeita de matar seu marido, o advogado João Marcelo Bijarta Ferraioli, dentro do escritório da vítima, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), na tarde de 11 de maio de 2015. 

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Na decisão, a promotora foi colocada "em disponibilidade por interesse público", o que significa que ela não perde o cargo e continua recebendo os vencimentos com descontos até o encerramento do processo.

A promotora e o advogado eram casados há um ano, e “mantinham um relacionamento liberal, que incluía a frequência a casas de ‘swing’ e a eventos em que ocorriam trocas de casais”, conforme consta no processo.


Pouco antes do crime, ainda segundo consta no processo, Ferraioli teria começado a apresentar tendências homossexuais, o que teria causado diversos desentendimento no casal, acontecendo, inclusive, agressões físicas e verbais.

Um dia antes do crime, Cristiane teria revelado ao marido o desejo de se separar. O advogado, ainda segundo os relados em juízo, não teria aceitado a ideia da separação e ameaçado contar para os filhos dela sobre a relação liberal que o casal mantinha. No dia seguinte, os dois teriam ido juntos para o escritório de Ferraioli, para tomarem alguma decisão sobre o casamento.


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No local, teria tido nova discussão. Com medo de ter a vida exposta, a promotora teria pego um revólver que ficava guardado em uma gaveta no escritório do marido e utilizado para matá-lo. O advogado ainda teria ido para cima da esposa, para tentar desarmá-la, mas não teve forças suficiente e acabou baleado.

A defesa da promotora Cristiane Helena Leão Pariz afirmou ao R7 que não pode comentar a decisão do MP-SP pois o caso corre em segredo de Justiça.

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