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Votação da privatização da Sabesp está mantida mesmo após confusão entre manifestante e PMs

A sessão foi interrompida depois que o público tentou quebrar o vidro que separa a galeria do plenário, por volta das 18h30

São Paulo|Do R7

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Manifestantes tentam quebrar vidro de galeria
Manifestantes tentam quebrar vidro de galeria

A votação da privatização da Sabesp será retomada na noite desta quarta-feira (6), mesmo após o confronto entre manifestantes e a Polícia Militar durante a sessão plenária. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo).

O projeto de lei é de autoria do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e prevê a desestatização da empresa de água e saneamento, a maior do setor no Brasil, por meio da venda de parte das ações da companhia que o estado detém.


A Casa iniciou os trabalhos às 17h30, com os encaminhamentos das bancadas sobre a votação. 

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Entre os pronunciamentos, os manifestantes que assistiam à sessão nas galerias gritaram palavras de ordem, como: “O povo é contra a privatização” e “Plebiscito agora, plebiscito já”. O grupo era formado por grupos de esquerda, membros do partido Unidade Popular e funcionários da Sabesp.


Depois de uma hora, o público tentou quebrar o vidro que separa a galeria do plenário, por isso o presidente da Casa, André do Prado (PL), solicitou o reforço da segurança.

Os policiais militares desferiram golpes de cassete contra os manifestantes, além de usarem spray de pimenta. A sessão foi interrompida por volta das 18h30, e pelo menos uma mulher ficou ferida, segundo imagens da Record.

A líder do partido UP (Unidade Popular), Vivian Mendes, também foi detida pelos agentes durante o tumulto. Questionada sobre o número de presos e feridos, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) não retornou até a publicação da reportagem.

Para ser aprovado, o projeto de lei precisa da maioria simples, de 48 deputados. A expectativa é que a privatização receba de 50 a 60 votos favoráveis.

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