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Aricanduva é o bairro com mais casos de dengue da cidade de SP

São 703 ocorrências, seguido de São Domingos, com 614, e Brasilândia, com 560; doença cresceu mais de 30 vezes este ano na capital paulista

Saúde|Do R7

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O mosquito Aedes aegypti transmite dengue, zika e chikungunya
O mosquito Aedes aegypti transmite dengue, zika e chikungunya

Aricanduva, na zona leste, é o bairro com o maior númro de casos de dengue da cidade de São Paulo. De janeiro a setembro, o local registrou 703 casos confirmados.

Em seguida estão São Domingos, na zona norte, com 614 ocorrências, Brasilândia, zona norte, com 560, Jardim Ângela, na zona sul, com 538, e Capão Redondo, com 511, na zona sul.


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A doença cresceu mais de 30 vezes na cidade de São Paulo este ano. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, de janeiro a setembro de 2018, foram registrados 486 casos de dengue confirmados, todos autóctones - originados na própria cidade.


Este ano, no mesmo período, já são 16.392, sendo 16.026 autóctones e apenas 366 considerados importados.

De acordo com a subprefeitura de Aricanduva, o bairro tem histórico de dengue e o alto número de casos não está relacionado aos piscinões da região, construídos para evitar enchentes.


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"Realizamos vistorias e limpezas em todas as piscininhas da região, ainda protegidas com telas anti-mosquito. As piscinas só ficam cheias quando as chuvas estão em andamento. Após o término e baixa do leito do rio Aricanduva, elas secam, assim não tendo água parada", informou a subprefeitura por meio de nota.


Devido à explosão de casos de dengue no país, com mais de 1,4 milhão de casos até 24 de agosto, data do último boletim epidemiológico, o Ministério da Saúde antecipou a campanha de combate ao Aedes Aegypti de novembro para setembro, que desta vez é focada na iniciativa individual. Ela incentiva que cada um tire 10 minutos por dia para verificar possíveis focos do mosquito em sua própria casa.

Alta temperaturas, chuvas e menos atenção aos focos de dengue, além da circulação de um outro sorotipo do vírus, contribuem para essa nova epidemia.

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Entre as orientações do Ministério para o combate do mosquito e consequente controle da doença estão lavar com água e sabão e esfregar com escova pequenos depósitos, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas, pelo menos uma vez por semana; não deixar acumular lixo no quintal e descartá-lo em local adequado; limpar as calhas, retirando folhas que se acumularam no inverno e evitar pequenas poças d'água.

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