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Frequência de disfunção erétil vinculada a maior risco cardíaco: estudo

Saúde|Do R7

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A frequência acumulada de problemas de ereção, mesmo brandos, pode ser um sinal de um risco maior de doenças cardiovasculares e morte prematura, segundo estudo realizado na Austrália e publicado esta terça-feira nos Estados Unidos.

Trata-se da primeira pesquisa a estabelecer uma relação direta entre a gravidade dos problemas de ereção e os riscos de hospitalização por problemas cardiovasculares ou morte prematura, afirmaram os autores deste estudo publicado na revista americana PLOS Medicine.

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"O risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e de morte prematura aumenta em função do grau de gravidade da disfunção erétil em homens com ou sem antecedentes cardiovasculares", explicou a professora Emily Banks, uma das autoras do estudo da Australian National University.

Embora estudos anteriores tenham mostrado uma relação entre graves problemas de ereção e ataques do coração e derrames cerebrais, este é o primeiro a incluir também problemas de ereção leves ou moderados.

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"Os resultados deste estudo indicam que todo homem que sofrer de problemas de reção brandos, moderados ou graves deve consultar um médico sem demora e insistir para fazer exames cardíacos", insistiu Rob Grenfell, encarregado do instituto australiano do Heart Foundation Cardiovascular Health.

Para realizar o estudo, os autores examinaram registros de 95 mil homens de 45 anos ou mais.

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Os participantes, que responderam a questionários sobre saúde e estilo de vida, foram acompanhados por três anos.

Neste estudo, os cientistas detectaram 7.855 internações e 2.304 mortes.

js/lor/pl/cd/mvv

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