NeoQuímica N Motivos O esporte como ferramenta de avanço da inclusão social

O esporte como ferramenta de avanço da inclusão social

Apoio e incentivo ao esporte oferece novas oportunidades a milhares de jovens

O esporte oferece oportunidade de melhorar a perspectiva de vida e transformar o futuro dos jovens

O esporte oferece oportunidade de melhorar a perspectiva de vida e transformar o futuro dos jovens

Reprodução/ Neo Química

Em um país como o Brasil, com diversos desafios socioeconômicos, incentivar o engajamento social por meio do esporte é um caminho inspirador para mudar para melhor a realidade – e o futuro – de muitas crianças e adolescentes que sonham em seguir carreira como atleta.  O esporte tem um papel importante, que ultrapassa a barreira das classes econômicas e capacita os indivíduos a conquistar valores como o respeito, o senso de colaboração, a disciplina e a responsabilidade. A busca pela superação é um objetivo alinhado a esse conceito.

Com os avanços, os impactos positivos se multiplicam e inspiram milhares a seguir essa vertente com mais confiança, autoestima, garra e vontade de vencer nos esportes e na vida. Sob a ótica da inclusão social, a necessidade de desenvolver projetos focados na população de baixa renda é ainda mais urgente. No país em que a cultura e a educação ainda enfrentam dificuldades em se disseminar, o esporte parece ser um caminho esperançoso para alcançar um futuro promissor.

Com a contribuição e colaboração de diversas frentes, sejam elas de iniciativa pública, privada ou até mesmo através da participação e mobilização da sociedade, é feito muito mais do que incentivar o esporte: é possível transformar vidas e desenvolver grandes atletas.

Os avanços no paratletismo

Superação é termo comum nos esportes e na vida dos paratletas

Superação é termo comum nos esportes e na vida dos paratletas

Pixabay

Não faz muito tempo, o Brasil nem mesmo tinha possibilidades de incluir cadeirantes em suas modalidades esportivas. A mudança de regras e a quebra de paradigmas começou a se desenhar a partir de 1958, quando os primeiros clubes de cadeiras de rodas foram criados no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Em jogos olímpicos, a participação da pessoa com deficiência demorou ainda mais para acontecer: somente nos Jogos Paralímpicos de 1984. A boa notícia é que as modalidades adaptadas ganham destaque a cada edição, com atletas de alto desempenho e que espelham vitórias relevantes na categoria e, acima de tudo, que servem de referência e inspiração para muitas pessoas.

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Referências:
História das Paralimpíadas. UFRJ. [Internet]. Acesso em julho, 2021.

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