Anéis de Saturno ficarão invisíveis para nós por 18 meses, afirma a Nasa
Inclinação do eixo de órbita do planeta gasoso vai criar ilusão de ótica para os observadores terráqueos
Tecnologia e Ciência|Do R7
Em março de 2025, os icônicos anéis de Saturno ficarão praticamente invisíveis aos observadores terráqueos, segundo a Nasa. Isso porque, a cada 13,5 a 15,7 anos, o gigante gasoso se estabelece em um plano perfeitamente horizontal, que camuflará as faixas de poeira cósmica a partir da perspectiva de nosso pálido ponto azul.
A critério de comparação, o site de divulgação científica Earth.com revela que, quando o eixo de órbita de Saturno chegar a zero em relação a nossa posição, será como ver "uma folha de papel de lado quando posicionada na extremidade de um campo de futebol".
• Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp
• Compartilhe esta notícia pelo Telegram
• Assine a newsletter R7 em Ponto
A inclinação permanecerá assim por um período de 18 meses, com o pico de exibição ocorrendo em 2032.

O sexto planeta a partir do Sol possui sete anéis distintos, compostos de detritos rochosos e poeira. Dados científicos revelam que podem ter sido formados por restos de cometas, asteroides e luas, despedaçados pela forte atração gravitacional do corpo celeste em questão.
Ainda assim, daqui a 300 milhões de anos, as icônicas faixas saturninas realmente deixarão de existir. Então, aproveite!
Chuva de diamantes e 85 mil vulcões: conheça 7 particularidades dos 'planetas irmãos' da Terra
Segundo a teoria da Nebulosa Solar, há 4,7 bilhões de anos, a rotação de uma nuvem de gás e poeira ganhou velocidade e se contraiu, devido à influência gravitacional. Como consequência, a estrutura colapsou e deu origem ao Sol, ao centro do agrupamento...
Segundo a teoria da Nebulosa Solar, há 4,7 bilhões de anos, a rotação de uma nuvem de gás e poeira ganhou velocidade e se contraiu, devido à influência gravitacional. Como consequência, a estrutura colapsou e deu origem ao Sol, ao centro do agrupamento em formação. Simultaneamente, partículas remanescentes da nebulosa começaram a se fundir em corpos cada vez maiores. Era o início dos planetas do Sistema Solar. Para além da Terra, nossos "irmãos" celestes possuem diversas particularidades fascinantes, as quais o R7 destaca a seguir. Confira!























