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China e EUA não devem desacelerar avanço da IA, prevê especialista

Donald Trump e Xi Jinping tratam do tema em reunião nesta quinta-feira (24)

Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump e Xi Jinping discutem tensões comerciais e o avanço da inteligência artificial em reunião.
  • A inteligência artificial é vista como um campo de disputa entre EUA e China, com ambos países relutantes em desacelerar seu desenvolvimento.
  • Luiz Augusto D’Urso destaca que o uso da IA evoluiu de recreativo para um impacto real e massivo, com riscos de independência e cibercrimes.
  • Os EUA tentaram barrar o avanço chinês ao impedir a compra de chips, mas a China conseguiu desenvolver uma IA avançada, preocupando os americanos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, se reuniram nesta quinta-feira (24). Os dois países vivem um momento de tensão em relação ao comércio e ao desenvolvimento da inteligência artificial, tema da conversa.

A inteligência artificial surgiu como um campo de batalha entre Estados Unidos e China, e os dois demonstram pouco interesse em desacelerar, apesar dos alertas do setor de tecnologia sobre as ameaças que uma IA fora de controle poderia representar para a humanidade. É o que afirma Luiz Augusto D’Urso, advogado e especialista em direito digital, em entrevista ao Conexão Record News desta quinta.

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D’Urso afirma que atualmente o debate sobre inteligência artificial é muito mais sério em comparação ao início, quando seu uso era recreativo. “Não se fala mais sobre um uso recreativo, a gente fala sobre um uso em massa, um uso real, com impactos reais, e recentemente essas figuras envolvidas nessas grandes empresas desenvolvedoras fizeram grandes alertas com relação a riscos da IA simplesmente se tornar independente, cometer ataques em crimes cibernéticos e assim por diante.”

O especialista lembra que os Estados Unidos chegaram a impedir a China de comprar chips da Nvidia, como forma de barrar o avanço do país oriental na tecnologia, o que fracassou, pois a China conseguiu comprar chips de última geração e criar uma IA generativa mais avançada, preocupando o governo americano. Ele afirma que é muito difícil cravar qual dos dois países está disposto a desacelerar. “É mais provável que eles prometam alguma coisa e não entreguem nos bastidores. A corrida da IA deve correr a todo vapor”.

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