Cientistas preparam modelos para defender a humanidade de uma infestação de zumbis
Alunos da Universidade de Cornell trabalham na melhor resposta contra os mortos-vivos
Tecnologia e Ciência|Do R7

Alunos da Universidade de Cornell (EUA) utilizaram um modelo de epidemia para prever a melhor resposta contra uma infestação de zumbis. Calma, ninguém chegou a conclusão de que os mortos podem se levantar e sair por aí comendo carne humana. Mas, de qualquer forma, o estudo pode ajudar a lidar com doenças mais próximas da nossa realidade atual.
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Alex Alemi, um estudante de doutorado do departamento de Física da Cornell comenta que o exercício pode ter utilidade prática.
— Modelar zumbis nos fez passar por vários modelos usados para doenças reais, mesmo que em um contexto divertido. Uma série de pesquisas modernas podem ser difíceis para as pessoas porque as técnicas são complicadas e os sistemas e modelos não têm uma conexão com a experiência do dia a dia das pessoas. Não que os zumbis aconteçam com frequência, mas a maioria das pessoas podem lidar com eles.
Essa não é a primeira vez que os zumbis viram tema de pesquisas científicas. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte-americano já conta com um planejamento que prevê recomendações para outros tipos de emergências. Até mesmo o Petágono teria participado da iniciativa.
Entretanto, a ideia de Alemi e seus amigos é dar rigor científico para o plano de zumbis. Eles usam técnicas que os epidemiologistas usam para prever as consequências de doenças e aplicaram para a possibilidade de mortos-vivos andarilhos pelos Estados Unidos.
— Em seu centro, as simulações são semelhantes a modelagem de reações químicas que ocorrem entre os diferentes elementos, neste caso, temos quatro estados uma pessoa pode ser não humana, infectada, zumbi, ou morto-vivo com cerca de 300 milhões de pessoas.















