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EUA investigam suposto roubo de sigilos comerciais pela Huawei

Gigante de tecnologia garante não ser uma ameaça à segurança do governo norte-americano e que opera independentemente da China

Tecnologia e Ciência|Do R7

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Huawei foi alvo de constante análise por parte do governo dos EUA
Huawei foi alvo de constante análise por parte do governo dos EUA

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos investiga e busca apresentar acusações contra a gigante da tecnologia chinesa Huawei por um suposto roubo de segredos comerciais de americanos, afirmou nesta quarta-feira (16) o jornal nova-iorquino "Wall Street Journal".

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A publicação, que cita como fonte "pessoas conhecedoras do assunto", diz que um dos sistemas afetados por este roubo seria o utilizado pela empresa de telecomunicações T-Mobile para testar os seus smartphones.

A investigação da Procuradoria dos EUA é resultado, em parte, de uma série de denúncias contra a Huawei, incluindo uma na qual um júri de Seattle declarou a empresa chinesa culpada por apropriação indevida de tecnologia robótica de um dos centros da T-Mobile.


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As investigações estão em uma fase avançada e podem acarretar a apresentação de uma acusação formal em breve, afirma o "Wall Street Journal". Tanto o Departamento de Justiça como a Huawei se negaram a reagir à informação do jornal financeiro.

A empresa chinesa, que é a fabricante maior do mundo de equipamentos de telecomunicações e a segunda de smartphones, enfrenta tentativas do governo americano de incluí-la energicamente nas acusações de roubo de propriedade intelectual por parte de empresas da China.


Huawei foi alvo de constante análise por parte do governo dos EUA, que na prática proibiu a companhia de instalar seus equipamentos de telecomunicação em grandes redes americanas por temer que pudessem ser utilizados para espionar americanos.

A gigante da tecnologia garante não ser uma ameaça à segurança nos EUA e que opera independentemente do governo da China.


A investigação ocorre após o Canadá ter detido em dezembro a diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, a pedido das autoridades americanas, que a acusam de fraude para violar as sanções comerciais impostas pelos EUA ao Irã.

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