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Navegador chinês promete ser 20% mais veloz que Google Chrome

Lançado no Brasil há menos de um ano, Spark Fast é um browser alternativo

Tecnologia e Ciência|Do R7

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Spark é compatível com apps criados para a Chrome App Store
Spark é compatível com apps criados para a Chrome App Store

Entre os diversos fatores que levam os usuários a escolher um navegador, destaca-se a velocidade com que este software é capaz de carregar páginas web, além de sua compatibilidade com os padrões de HTML e segurança.

Nos últimos anos, o mercado assistiu à derrocada do Netscape, ascensão e queda do Internet Explorer, e o sucesso do Firefox e do Chrome.


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Lançado no Brasil há menos de um ano, o browser alternativo Spark conta com uma versão focada em velocidade de navegação para o carregamento de páginas HTML, renderização de gráficos e carregamento de códigos como CSS e Javascript em tempo até 20% inferior quando comparado com o Google Chrome.


A razão da alta velocidade de processamento se deve, sobretudo, ao motor de processamento de códigos e ao método que o browser utiliza para acessar a memória RAM do computador. Técnicas como o download de "pedaços de códigos comuns" em sites muito acessados pelos usuários (salvando “cachê” no PC do usuário) também auxiliam na sensação de performance veloz, mesmo quando a conexão do usuário não é a mais rápida.

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Desenvolvido com base no motor de renderização de código aberto WebKit, o Spark é compatível com apps criados para a Chrome App Store e apresenta 100% de compatibilidade com os padrões de HTML5 definidos no teste Acid 3.

Outra característica da versão Spark Fast 25.6 é a sua integração com recursos de segurança em nuvem, que permitem a detecção de sites com códigos maliciosos e armadilhas do tipo phishing. De acordo com Felipe Zmoginski, gerente de marketing do Baidu no Brasil, empresa desenvolvedora do Spark Browser, estes recursos visam proteger o usuário de golpes comuns na web, que exploram a ingenuidade e desatenção de muitos usuários.

— A medida em que os serviços de antivírus se tornaram mais capazes de detectar códigos maliciosos, muitos crackers têm recorrido a ações engenharia social e phishing para enganar os usuários.

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