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Projeto de Haddad propõe mudanças na circulação de fretados

Multa atual, de R$ 2.500, poderá variar de R$ 180 a R$ 720, de acordo com a gravidade

São Paulo|Do R7

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Multas serão classificadas de leve a gravíssimas e terão valores menores que o atual
Multas serão classificadas de leve a gravíssimas e terão valores menores que o atual TIAGO QUEIROZ/AE

O prefeito Fernando Haddad (PT) pretende alterar parte das regras vigentes na capital para a circulação de fretados.

As penalidades relacionadas ao transporte serão divididas em quatro grupos, segundo projeto de lei encaminhado na última quarta-feira (28) à Câmara Municipal. Se aprovado, as multas passarão a ser escalonadas de acordo com sua gravidade, com valores entre R$ 180 e R$ 720, podendo sempre dobrar em caso de reincidência. Hoje, ela está fixada em R$ 2.500.


Já a punição em caso de atividade clandestina permanece a mesma. A empresa que operar o serviço na cidade sem o Termo de Autorização emitido pela Prefeitura continuará sujeita ao pagamento de multa de R$ 3.400. Do mesmo modo, a penalidade relativa ao trânsito não será alterada. A infração para quem trafegar na zona de fretados sem licença é de R$ 85,13.

Além de criar um escalonamento das infrações — de leves a gravíssimas —, a proposta facilita a obtenção da licença por operadoras que utilizam as vias de São Paulo como passagem. Esses ônibus não precisarão mais do aval da Prefeitura para entrar e sair da cidade, ficando as empresas isentas de solicitar o Termo de Autorização e o Certificado de Vínculo ao Serviço.


Na justificativa, Haddad informa:

— Da mesma forma, dispensa-se a apresentação da autorização de fretamento emitida por outro município caso a prestação do serviço seja feita exclusivamente na cidade de São Paulo, por se mostrar essa medida desnecessária para o controle da atividade.


Outra mudança diz respeito a veículos comprados pelas operadoras de fretamento por meio de financiamentos, como leasing. Se aprovada pelos vereadores, a proposta permitirá que esses ônibus possam solicitar a licença para operar na capital.

GPS


O projeto ainda libera as empresas da obrigatoriedade de instalar GPS nos veículos como condição para a obtenção da licença.

Haddad diz que a proposta é fruto de várias reuniões e reflete o propósito de assegurar qualidade no fretamento, além de organização do trânsito e segurança dos usuários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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