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Brasileiro deixa de consumir 2 milhões de toneladas de arroz em 15 anos, e produtores enfrentam desafio

Área plantada também diminuiu, e preços seguem abaixo dos custos de produção

Agronegócios|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os preços do arroz no Brasil estão abaixo dos custos de produção.
  • Cerca de 2 milhões de toneladas de arroz deixaram de ser consumidas nos últimos 15 anos.
  • A vida corrida dos brasileiros tem levado ao aumento do consumo de fast food, em detrimento da "comida de verdade".
  • Fatores como a oferta e demanda, preços internacionais e taxa de câmbio afetam a normalização dos preços.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aumento generalizado da produção em todo o Mercosul e pressão do mercado internacional causam achatamento dos preços do grão Reprodução/Record News - 30.09.25

Diante de uma queda no consumo e da diminuição da área plantada do arroz, o preço do grão no Brasil segue abaixo dos custos de produção. Nos últimos 15 anos, o brasileiro deixou de consumir cerca de 2 milhões de toneladas do alimento.

Alexandre Velho, presidente da Federarroz, explica que os brasileiros passaram a ter uma vida mais corrida, com menos tempo disponível para cozinhar alimentos, dando espaço para o crescimento do fast food em detrimento ao que ele chama de “comida de verdade”.


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“Nós temos uma dieta alimentar maravilhosa, que é o arroz, o feijão, a proteína e a salada. A gente chama isso de comida de verdade. E essa vida corrida do brasileiro vem diminuindo a disponibilidade, principalmente, das pessoas poderem cozinhar mais em casa”, diz.

Segundo Velho, o aumento generalizado da produção em todo o Mercosul e a pressão do mercado internacional causam o achatamento dos preços do grão. “Nós estamos trabalhando hoje com níveis que eu posso dizer que impraticáveis para se produzir arroz”, lamenta.


O presidente da Federarroz ainda explica que a normalização dos preços não depende dos produtores. “O produtor não coloca preço no seu produto, depende da oferta e da demanda, do preço internacional, da taxa de câmbio, tudo isso influencia muito nos nossos preços”, completa.

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