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Relembre as polêmicas protagonizadas pelo ministro da Justiça

Caos no Maranhão, investigação com dossiê anônimo e alarde sobre boatos do Bolsa Família

Brasil|Do R7

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Ministro foi ao Senado explicar denúncia por dossiê anônimo
Ministro foi ao Senado explicar denúncia por dossiê anônimo

Ao sair de férias nesta sexta-feira (17), em meio à crise do sistema penitenciário do Maranhão, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, acrescenta um capítulo ao seu histórico de polêmicas.

Na mais recente delas, Cardozo encaminhou investigação na Polícia Federal sobre suposto cartel de trens em São Paulo a partir de um dossiê apócrifo.


O ministro também teve papel de destaque quando boatos sobre o fim do programa Bolsa Família levaram milhares de pessoas a agências da Caixa Econômica Federal.

À época, em vez de agir com a discrição que caracterizou sua atuação no caso do Presídio de Pedrinhas, no Maranhão, o ministro se apressou em levantar suspeitas sobre uma ação coordenada.


Outro lado

Para conter a crise carcerária no Maranhão e os ataques nas ruas da capital São Luís, o Ministério da Justiça informou que adotou imediatamente, pelo menos, quatro medidas.


Na última quinta-feira (9), o ministro José Eduardo Cardozo viajou à capital maranhense, onde se encontrou com a governadora Roseana Sarney (PMDB) e ofereceu a transferência de presos perigosos do Estado para presídios federais.

O ministério também colocou à disposição do Estado o trabalho da Defensoria Pública da União, que coordena a revisão das penas dos presos do Maranhão. Um mutirão trabalha recalcular as penas e, eventualmente, libertar presos que não deveriam estar na cadeia.


A pasta também informou que ajudou a liberar recursos para construção de vagas em penitenciárias do Estado. Nos últimos dois anos, o ministério liberou R$ 1,2 bilhão para a construção de mais de 47 mil novas vagas em cadeias do país, sendo 312 no Maranhão.

Vale lembrar que, nesse período, três projetos foram enviados pelo governo do Estado ao governo federal e apenas um foi aprovado — os outros dois não cumpriam as normas da pasta para liberação da verba para execução dos empreendimentos. Mesmo assim, funcionários do Depen, órgão vinculado ao ministério, ajudaram a corrigir os erros e a adequar os projetos às normas que permitem liberar o dinheiro.

Por fim, nesta quinta-feira, o ministério e o governo do Maranhão acertam os últimos detalhes para a liberação de até R$ 1 milhão para a aquisição de tornozeleiras eletrônicas. O objetivo é separar os presos mais perigosos daqueles que cometeram delitos mais leves e que podem ser monitorados eletronicamente. 

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