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Banco da Amazônia tenta derrubar condenação definida por desembargadores afastados pelo CNJ

Ação de rescisão pretende cancelar multa superior a R$ 90 milhões

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Banco da Amazônia (BASA) protocolou uma ação no TJ-MA para anular uma condenação que lhe custou mais de R$90 milhões.
  • A condenação foi motivada por um contrato de R$64 milhões, que utilizou recursos do FNO.
  • O BASA alega irregularidades no julgamento, incluindo aplicação inadequada do Código do Consumidor e concessão de justiça gratuita sem amparo legal.
  • Dois desembargadores envolvidos no julgamento foram posteriormente afastados pelo CNJ devido a acusações de corrupção, levantando questionamentos sobre a decisão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ação movida pela construtora Frenere trata do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte), controlado pelo Banco da Amazônia Crédito: Reprodução/Banco da Amazônia

O Basa (Banco da Amazônia S.A.) ingressou no TJ-MA (Tribunal de Justiça do Maranhão) com ação destinada a derrubar condenação relacionada à Construtora Frenere. Dois desembargadores envolvidos no julgamento encontram-se afastados por decisão do CNJ.

O processo movido pelo grupo transitou em julgado em 25 de setembro deste ano e resultou em multa superior a R$ 90 milhões. O litígio envolve contrato no valor de R$ 64 milhões, montante proveniente do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte), administrado pelo Basa.

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Em nota da assessoria, o Basa relata irregularidades no julgamento, como aplicação incorreta do Código do Consumidor a uma incorporadora de grande porte, redução indevida de taxas de juros definidas pelo FNO e concessão de justiça gratuita sem respaldo legal.

Outro ponto levantado pelo banco envolve os desembargadores Antonio Guerreiro Júnior e Nelma Celeste Souza Silva Sarney, dois dos três magistrados responsáveis pela análise do caso.

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Ambos foram afastados do cargo por decisão posterior do CNJ, sob acusação de participação em esquema de corrupção e liberação rápida de alvarás.

O R7 buscou posicionamento do Tribunal de Justiça do Maranhão por telefone e e-mail. O órgão não se manifestou até o momento. O espaço permanece disponível para retorno.

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