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Camilo Santana destaca regras para celulares e projeta novo ano letivo

Em pronunciamento nacional, ministro destacou uso pedagógico dos aparelhos e avanços na educação

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Camilo Santana, ministro da Educação, desejou sucesso no novo ano letivo durante pronunciamento em cadeia nacional.
  • Milhões de alunos iniciam as aulas em 180 mil escolas brasileiras, com o uso de celulares como ferramentas pedagógicas.
  • Acesso à internet nas escolas públicas aumentou de 45% para 70% e 2.250 unidades escolares foram entregues em 2023.
  • Expansão do ensino integral alcança 91% dos municípios e a alfabetização de crianças aumenta de 36% para 60% em 2024.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro citou uso educativo do celular ao desejar boa volta às aulas Antonio Cruz/Agência Brasil- 09.12.2025

O ministro da Educação, Camilo Santana, desejou uma boa volta às aulas e um bom ano letivo a estudantes de todo o país durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão na noite deste domingo (8), às 20h15. Na fala, ele destacou avanços recentes e apresentou os próximos passos da política educacional.

Segundo Santana, milhões de alunos retomam as atividades nesta semana em cerca de 180 mil escolas brasileiras. O ministro ressaltou que, um ano após a restrição do uso de celulares em sala de aula, os aparelhos passaram a ser utilizados apenas como ferramentas pedagógicas. Ele também destacou a ampliação do acesso à internet nas escolas públicas, que saltou de 45% para 70%. Atualmente, cerca de 90 mil unidades já contam com parâmetros adequados de conectividade para fins educacionais.


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Ainda de acordo com o ministro, desde 2023 o governo federal entregou 2.250 unidades escolares. Obras que estavam paralisadas foram retomadas, e outras 6 mil seguem em andamento em todo o país. Santana também enfatizou a expansão do ensino integral. “Em 2023, apenas 17% dos municípios tinham políticas voltadas a essa modalidade; hoje, o índice chega a 91% das cidades brasileiras.”

O ministro citou ainda o reajuste de 55% nos recursos destinados à alimentação escolar e a distribuição de mais de 250 milhões de livros por meio do Programa Nacional do Livro Didático. “Antes, apenas 36% das crianças estavam alfabetizadas na idade adequada. Em 2024, esse índice praticamente dobrou, alcançando 60% das crianças lendo e escrevendo no tempo certo”, afirmou.

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