Comissão do Senado aprova três indicações de Lula para embaixadas na África e Europa
Nomes foram sabatinados nesta quinta-feira (25) na Comissão de Relações Exteriores e precisam ser referendados em plenário
Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

A CRE (Comissão de Relações Exteriores) do Senado sabatinou e aprovou nesta quinta-feira (25) as indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de três diplomatas para assumirem embaixadas na África e na Europa. Mariana Gonçalves Madeira foi indicada para o cargo de embaixadora do Brasil em Gana e, cumulativamente, na Serra Leoa e na Libéria; Carlos José Areias Moreno Garcete recebeu menção para assumir a posição na Nigéria; e Leonardo Luís Gorgulho Nogueira Fernandes deve representar o Brasil na Dinamarca e na Lituânia.
LEIA MAIS
Sobre a indicação da Mariana Madeira, a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) cumprimentou a indicada e reforçou “o desejo de que haja cada vez maior número de mulheres diplomatas a exercer funções de chefia e direção em nossos postos no exterior”. Ela é formada pela Universidade de Brasília em Relações Internacionais e Comunicação Social e possui mestrado em História pela mesma instituição. A diplomata atuou nas embaixadas em Tóquio e Camberra e foi cônsul-geral adjunta em Sydney.
Carlos Garcete é formado em Direito pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), concluiu curso de preparação à carreira de diplomata (CPCD) em 1995 e depois ingressou na carreira como terceiro-secretário. No exterior, serviu nas embaixadas em Paramaribo, Lima, Santiago e Assunção. Também foi cônsul-geral adjunto em Miami e em Roma.
Leonardo Fernandes é bacharel em Direito pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Foi segundo e primeiro-secretário na embaixada em Tóquio e em Quito; ministro-conselheiro e coordenador político na delegação do Conselho de Segurança das Nações Unidas; e ministro-conselheiro e encarregado de negócios interino na embaixada na Haia.
Para assumirem as embaixadas, os indicados precisam ser referendados no plenário do Senado, o que só deve ocorrer depois da segunda semana de maio. Para que os nomes sejam aprovados, é necessário que cada um receba o aval de pelo menos 41 dos 81 senadores.











