Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Dino libera emendas para suplentes de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

Ministro afirmou que a decisão é para evitar prejuízos desproporcionais aos novos ocupantes da Câmara dos Deputados

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Flávio Dino desbloqueou emendas para os suplentes de Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro.
  • Os deputados Dr. Flávio (PL-RJ) e Missionário José Olímpio (PL-SP) assumem os recursos após a cassação dos ex-deputados.
  • Eduardo Bolsonaro foi cassado por faltas e Ramagem por condenação em caso de golpe de estado, recebendo 16 anos de prisão.
  • Dino negou a indicação de emendas ao Orçamento de 2026 para Adilson Barroso, ressaltando a falta de prazo adequado para a ex-parlamentar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Dino
Dino libera emendas para suplentes de Eduardo Bolsonaro e Ramagem Victor Piemonte/STF - 18.12.2025

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o desbloqueio de emendas para os suplentes dos ex-deputados Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro, que haviam feito indicações, mas foram cassados e perderam os mandatos.

Na prática, os deputados Dr. Flávio (PL-RJ) e Missionário José Olímpio (PL-SP) assumem a indicação dos recursos.


Leia Mais

A Casa Legislativa cassou o mandato de Eduardo Bolsonaro por faltas, devido ao fato de o deputado ter deixado de comparecer às sessões deliberativas da Câmara.

Já Ramagem foi cassado após o STF ter definido a perda de mandato no julgamento da tentativa de golpe de Estado. Ele foi condenado a 16 anos de prisão.


Negativa

Na mesma decisão, o ministro negou um pedido da Câmara para que o deputado federal Adilson Barroso (PL-SP), que ficou no lugar de Carla Zambelli, indique emendas ao Orçamento de 2026.

Isso porque, de acordo com o ministro, a ex-parlamentar não apresentou indicações no período correto, quando ela ainda estava no mandato. Por isso, o prazo não poderia ser reaberto.


O ministro afirmou que a decisão é para evitar prejuízos desproporcionais aos novos ocupantes da função parlamentar.

“Realço que os prejuízos seriam ainda maiores para as populações representadas pelos citados parlamentares, que se veriam privadas da possibilidade de receberem benefícios oriundos do Orçamento Geral da União”, disse.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.