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Eduardo Bolsonaro critica obrigatoriedade de vacinas no Brasil: ‘Liberdade’

Filho de Jair Bolsonaro questionou obrigatoriedade de vacinas para crianças; posição contraria recomendações

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Eduardo Bolsonaro criticou a obrigatoriedade da vacinação para crianças no Brasil, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • Ele assinou uma declaração no Texas para isentar sua filha da vacinação obrigatória e defende que o Brasil adote o modelo texano.
  • Eduardo argumenta que os pais sabem o que é melhor para seus filhos e critica a falta de responsabilização do governo por possíveis efeitos colaterais das vacinas.
  • Ele menciona que uma grande fabricante de vacinas se isentou de responsabilidade por efeitos colaterais durante a pandemia, reforçando sua posição contra a obrigatoriedade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nos EUA, Eduardo Bolsonaro relativizou a importância de vacinas Callaghan O'Hare/Reuters - 27.03.26

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro publicou nesta sexta-feira (7) um vídeo em que critica a obrigatoriedade da vacinação para crianças brasileiras. A lei está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“No Brasil, papai Lula obriga que todas as crianças se vacinem com tudo quanto é tipo de coisa. E se der alguma coisa errado, certamente ele não será o responsabilizado”, afirmou o ex-parlamentar em vídeo publicado no X.


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Ele disse ter assinado uma declaração no Texas (estado em que se exilou com a família) para isentar a filha da obrigatoriedade de vacinação e matriculá-la em uma escola. Ele afirmou que o modelo texano deveria ser adotado no Brasil.

“Imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe em uma espécie de cartório, só que sem fila. Paguei 10 dólares e tá feita a declaração juramentada, onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas”, disse o irmão do candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).


Eduardo Bolsonaro afirmou ainda que uma grande fabricante de vacinas, durante a pandemia, isentava-se de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais na própria bula do produto. Para ele, esse episódio reforça a necessidade de o Brasil copiar a política americana, que classificou como uma política de liberdade. Segundo o ex-parlamentar, os pais é que sabem o que é melhor para os filhos, e não deveria existir responsabilização compartilhada com o Estado.

“Até porque se ocorrer algum efeito colateral, ninguém do governo vai ser responsabilizar. Ou talvez muito pelo contrário, né? Vão até abafar uma investigação, que só aumenta a suspeita”, afirmou Eduardo.

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