Brasília Filha de Queiroga fala em empatia e repudia mensagens de ódio

Filha de Queiroga fala em empatia e repudia mensagens de ódio

A médica Daniella Queiroga usou as redes sociais para lamentar retaliações após o ministro ser diagnosticado com covid

  • Brasília | Bruna Lima, do R7, em Brasília

Daniella Queiroga lamentou mensagens de ódio contra o pai

Daniella Queiroga lamentou mensagens de ódio contra o pai

Reprodução

A filha do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre a repercussão que tem observado após o pai ser diagnosticado com Covid-19. Também médica de carreira, Daniella Queiroga lamentou mensagens de ódio, desejos de morte e retaliações publicadas contra o ministro. 

"É triste perceber que os seres humanos permitem que sua opinião política supere sua humanidade", escreveu Daniella. "Muito se fala sobre empatia. Pena que a moda está no falar e não no agir."

O ministro está afastado da família e ficará em isolamento nos Estados Unidos pelos próximos 14 dias. A filha aproveitou o relato para dizer que o pai está bem e que "continua na luta contra essa doença maldita, que já nos levou tantos brasileiros". 

Daniella Queiroga fez o desabafo pelas redes sociais

Daniella Queiroga fez o desabafo pelas redes sociais

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O ministro embarcou, no último domingo (19), com a comitiva presidencial aos EUA, com o objetivo de participar da 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Ele retornaria nesta terça-feira (21), mas foi surpreendido com o resultado positivo para a Covid-19 e obrigado a realizar quarentena no país.

Durante os três dias de viagem, Queiroga entrou na sede da ONU, em Nova York, participou de encontros oficiais ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e acompanhou o presidente da República e demais ministros em diversas ocasiões, inclusive em refeições, quando foi obrigado a retirar a máscara. 

Todos os integrantes também foram submetidos ao teste, mas em nenhum outro foi detectada a doença. Mesmo assim, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou quarentena de 14 dias aos recém-chegados em Brasília e que eles sejam submetidos a novos testes do tipo RT-PCR. A aeronave também passará por desinfecção. Jair Bolsonaro cumprirá a medida no Palácio da Alvorada

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