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Flávio Bolsonaro critica uso de banner pedindo a volta de Nicolás Maduro em evento do PT

O pré-candidato responde a um inquérito no Supremo após ter compartilhado uma imagem associando Lula ao ex-presidente preso da Venezuela

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro criticou banner do PT pedindo a volta de Nicolás Maduro durante evento no Congresso Nacional.
  • Senador afirma que o partido defende o ditador, não o povo venezuelano oprimido.
  • Flávio está sendo processado no STF por suposta calúnia em postagem que associa Lula a Maduro.
  • Ministro do STF, Alexandre de Moraes, abriu inquérito para investigar as afirmações de Flávio sobre crimes associados a Lula.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio responde a um inquérito no Supremo após ter compartilhado uma imagem associando Lula ao ex-presidente preso da Venezuela Bruno Peres/Agência Brasil- 11.09.2025

O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro criticou, nas redes sociais, o uso de um banner no Congresso Nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) pedindo a volta de Nicolás Maduro,ex-presidente da Venezuela preso, e de sua esposa, Cilia Flores, à Venezuela.

“PT defende o ditador, e não o povo venezuelano oprimido. E eu estou sendo processado no STF por uma postagem em que denuncio a parceria entre Lula e Maduro”, disse.


Na semana passada, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a abertura de um inquérito para investigar suposta calúnia cometida por Flávio Bolsonaro (PL) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na ocasião, Flávio compartilhou na internet uma imagem na qual associa o petista a Nicolás Maduro.


“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, escreveu o senador.

Na decisão, Moraes detalha que a publicação de Flávio Bolsonaro em uma mídia social, em “ambiente virtual público”, atribui fatos criminosos ao presidente. A postagem também menciona a prática de delitos como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e fraudes em eleições.

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