Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

‘Se for necessária intervenção na Bahia ou no Ceará, faremos’, diz Renan Santos

Candidato do Missão à Presidência acusou governadores dos estados de serem brandos com organizações criminosas

2026|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Renan Santos, candidato à Presidência, considera intervenções federais na Bahia, Ceará e Rio de Janeiro contra o crime organizado.
  • Acusa governadores Jerônimo Rodrigues e Elmano de Freitas de serem lenientes com organizações criminosas.
  • Participou do 13º Fórum Caminhos da Liberdade, destacando a necessidade de apoio político no Congresso para suas propostas de segurança.
  • Renan elogiou medidas legislativas de combate ao crime aprovadas durante o governo Lula e comparou sua proposta à política de Nayib Bukele em El Salvador.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Renan Santos fala sobre fazer interferências federais Divulgação/Luiz Rebelato

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, afirmou nesta quinta-feira (13) que poderá recorrer a intervenções federais em estados caso considere que os governos locais não atuam de maneira suficiente contra o crime organizado. Ele citou nominalmente Bahia, Ceará e Rio de Janeiro.

Renan acusou os governadores e candidatos à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia, e Elmano de Freitas (PT), do Ceará, de serem lenientes com organizações criminosas. “Se for necessário fazer uma intervenção no próprio Estado deles, assim o faremos”, declarou. Em relação ao Rio de Janeiro, o candidato disse que a medida poderá ser necessária diante do que classificou como uma infiltração do crime organizado na política local.


O presidenciável participou do 13º Fórum Caminhos da Liberdade, organizado pelo Instituto de Formação de Líderes (IFL), na capital paulista. Os candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) também devem comparecer ao evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) foram convidados, mas não devem participar.

Questionado sobre como pretende obter apoio político para transformar suas propostas de segurança pública em ações de governo, Renan reconheceu que dependerá de maioria no Congresso e da colaboração dos governadores. Segundo ele, a estratégia poderá envolver medidas como a decretação de estado de defesa e o emprego das Forças Armadas em operações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem).


Veja Também

O candidato afirmou ainda que pretende dividir com os governadores os resultados de eventuais operações, inclusive nos casos em que os chefes dos Executivos estaduais não fizerem parte de sua base política. De acordo com Renan, aqueles que cooperarem poderão assumir publicamente os méritos das ações de combate às organizações criminosas.

Apesar das críticas ao atual governo, Renan reconheceu que mais medidas legislativas de combate ao crime organizado foram aprovadas durante a gestão Lula do que no governo anterior. Na avaliação do candidato, esse resultado indica que o tema já mobiliza o Congresso, inclusive os partidos do Centrão, e pode formar maioria para a aprovação de projetos de lei e propostas de emenda à Constituição que endureçam penas.


Ao defender uma política mais rigorosa na área da segurança, Renan comparou sua proposta à adotada pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele. “Quero um dia que se fale que Nayib Bukele é o Renan Santos de El Salvador”, disse.

Search Box

🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa

🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.