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Homem condenado por bomba em aeroporto está foragido, diz Moraes

Ministro do STF mandou notificar George Washington de Oliveira Sousa

Brasília|Do R7

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George Washington está em 'lugar incerto' segundo o ministro Moraes Jefferson Rudy/Agência Senado

George Washington de Oliveira Sousa, condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal por planejar um ataque à bomba no Aeroporto de Brasília, é considerado foragido. A informação consta em um despacho desta quinta-feira (17) do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Em maio de 2023, Sousa foi condenado a nove anos de prisão pelo ocorrido. A Justiça entendeu que ele cometeu os crimes de expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outro, causar incêndio em combustível ou inflamável e porte ilegal de arma de fogo e artefato explosivo.


RESUMO DA NOTÍCIA

  • George Washington de Oliveira Sousa é considerado foragido após entrar em regime aberto.
  • Ele foi condenado a nove anos de prisão em maio de 2023 por crimes relacionados à segurança pública.
  • Sousa enfrenta novas denúncias no STF por delitos adicionais, incluindo associação criminosa e tentativa de golpe de Estado.
  • A Justiça está notificando Sousa sobre as acusações, pois não foi possível encontrá-lo em seu local atual.

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Em fevereiro, ele começou a cumprir a pena no regime aberto. No entanto, agora, Sousa responde no STF a outra denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) por crimes, como associação criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. A prisão dele foi decretada em 24 de junho, atendendo a pedido da PGR.

Na ação de hoje, o ministro determinou que ele seja notificado por meio de edital sobre a denúncia da PGR. Isso ocorre quando o acusado está em “local incerto e não sabido”, e não é encontrado por um oficial de Justiça.


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Em junho, a PGR ofereceu denúncia contra Sousa, Alan Diego dos Santos, Wellington Macedo de Soares entre outros envolvidos no caso. Santos e Soares estão presos na cadeia de Comodoro (MT) e na penitenciária do Distrito Federal.

As investigações apontam que Sousa levou do Pará para Brasília várias armas de fogo, além de dinamite, acessórios e munições.


O trio se encontrou durante as manifestações contra o resultado das eleições presidenciais em frente ao quartel-general em Brasília.

Segundo a denúncia, o objetivo era criar um cenário de caos em Brasília, que justificasse a decretação de Estado de Sítio.


Em 23 de dezembro, eles elaboraram o plano de colocar uma bomba no aeroporto. Sousa teria recebido de um terceiro um controle remoto e quatro acionadores para detonar os explosivos.

Os dispositivos foram colocados atrás de um caminhão-tanque próximo ao aeroporto. Antes de eles acionarem o controle, contudo, o motorista percebeu e saiu do local.

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