Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília
‌

Justiça mantém prisão de suspeitos de ligação com crime organizado no Rio

Medida contra seis investigados atende a pedido da Polícia Federal com aval da PGR; grupo é suspeito de movimentar R$ 7,6 bilhões

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Justiça mantém prisão preventiva de seis suspeitos de ligação com organização criminosa no Rio de Janeiro.
  • Entre os presos estão Márcio Canella e Marcus Vinicius Amim Fernandes, ex-secretário de Polícia Civil do Rio.
  • Decisão inclui buscas, bloqueio de bens e suspensão de atividades econômicas dos investigados.
  • Investigação apura esquema de lavagem de dinheiro e corrupção, com movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alexandre de Moraes
Decisão de Moraes inclui acesso a dados de dispositivos eletrônicos e bloqueio de bens Bruno Moura/STF - 1.9.2026

A Justiça manteve a prisão preventiva de seis pessoas investigadas por suspeita de envolvimento com uma organização criminosa no Rio de Janeiro. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes, e os suspeitos passaram por audiência de custódia.

Entre os alvos estão Márcio Canella, apontado pelos investigadores como articulador político do grupo, e Marcus Vinicius Amim Fernandes, ex-secretário de Polícia Civil do Rio.

‌

Também tiveram a prisão decretada Pablo Jukiá Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo; José Carlos Alves de Souza Júnior; Christiano Gaspar Fernandes e Giovanni Gaspar Fernandes.

Leia Mais

A decisão atende a pedidos da Polícia Federal, com parecer favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República). Além das prisões, Moraes autorizou buscas, acesso a dados armazenados em dispositivos eletrônicos, bloqueio de bens e valores e suspensão de atividades econômicas de investigados e empresas.

‌

Como funcionava

Segundo a PF, o grupo investigado teria utilizado uma rede de postos de combustíveis e empresas para movimentar dinheiro de origem suspeita e ocultar patrimônio. As apurações indicam que o esquema pode ter movimentado mais de R$ 7,6 bilhões ao longo de seis anos.

Os investigadores suspeitam que a organização atuava em diferentes frentes, incluindo articulação política, administração de empresas, movimentação financeira e obtenção de proteção institucional. O inquérito apura possíveis crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa e violação de sigilo funcional.

‌

Leia mais

Papel dos investigados

Márcio Canella é apontado pela investigação como responsável por aproximar empresários e agentes públicos. Já Marcus Amim é suspeito de usar sua influência em cargos públicos para beneficiar o grupo. As suspeitas ainda precisam ser apuradas no decorrer do processo.

O caso tramita no Inquérito 5020, que apura possíveis conexões entre grupos criminosos violentos e agentes públicos no Rio de Janeiro. A investigação está relacionada às medidas determinadas pelo Supremo no âmbito da ADPF das Favelas, processo que trata da atuação das forças de segurança no estado.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.