Motta justifica suspensão de escolta da deputada Talíria Petrone e diz que tema será reavaliado
Presidente da Câmara dos Deputados determinou a manutenção da escolta até nova decisão ser tomada
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, justificou neste sábado (13) a decisão que suspendeu a escolta para a deputada Talíria Petrone (PSol-RJ). Segundo nota publicada pelo parlamentar, a medida foi adotada com base em parecer técnico do Departamento de Polícia Legislativa Federal, emitido em 4 de dezembro.
O texto também cita “consulta à Polícia Civil e ao Ministério Público do Rio de Janeiro, bem como à Polícia Federal, que constataram não haver mais ameaças recorrentes, nem riscos à integridade física” de Talíria.
“O presidente Hugo Motta está em contato com a deputada Taliria. Diante do pedido de reconsideração apresentado, o tema será reavaliado à luz dos precedentes da Câmara e das novas informações fornecidas pela Deputada. O presidente determinou a manutenção da escolta até uma decisão definitiva sobre o pedido da deputada”, explica.
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A líder do Psol na Câmara havia criticado a decisão de suspender a escolta e classificado a medida como retaliação política. Segundo Talíria, a ação foi adotada sem aviso prévio, mesmo com as ameaças de morte contra a deputada ainda sob investigação e com inquéritos em aberto.
Na avaliação da parlamentar, a retirada da escolta ocorreu em um momento que ela intensificou as críticas à condução de Motta no plenário. Ela foi uma das articuladoras, por exemplo, para evitar a cassação do deputado Glauber Braga (PSol-RJ) e também se posicionou contra o PL da Dosimetria.
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