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Mulher baleada em tiroteio que matou crianças de três anos também morre no DF

Vítima de 39 anos foi atendida, mas não resistiu aos ferimentos; menor responsável por disparos segue detido

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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Arma foi encontrada com menor PMDF/Divulgação - 13.04.2025

Uma mulher de 39 anos baleada em um tiroteio que matou uma criança de três anos na noite deste domingo (13) não resistiu aos ferimentos e também morreu no Distrito Federal. Agora, são duas as vítimas fatais na briga que feriu outras três pessoas. Outros envolvidos foram dois homens, sem idade mencionada, e um terceiro homem de 55 anos. A criança de três anos estava no colo do avô quando ele foi alvo dos disparos. Ela chegou a ser socorrida ao Hospital Regional de Taguatinga, mas não resistiu aos ferimentos.

O crime aconteceu por volta das 23h20 na QNM 06, Conjunto E, em Ceilândia Norte. Segundo relatos de testemunhas ouvidas pela polícia, ocorria uma festa no local quando dois homens começaram a discutir. Após o desentendimento, um dos envolvidos saiu da festa e contratou um menor de idade para executar o rival que ainda estava no local.


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Um adolescente de 15 anos chegou pouco tempo depois armado e começou a atirar. Uma das vítimas, segundo o Corpo de Bombeiros do DF, teve uma perfuração no olho e outra foi baleada no antebraço.

Apreensão do adolescente

A equipe de policiais militares que atenderam o caso relatou que estava na 15ª Delegacia de Polícia registrando uma ocorrência quando um homem chegou informando que o autor dos disparos estava escondido em um quiosque na mesma quadra. Os policiais foram ao local e encontraram o menor com a arma debaixo de uma prateleira do estabelecimento.


Como era menor, o adolescente foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente II. A investigação segue para identificar todos os envolvidos e a motivação exata do crime. Na DCA II, em seu depoimento, o adolescente apresentou outra versão dos fatos e disse que há cinco dias tinha levado um tapa e voltou para se vingar.

De acordo com nota da Polícia Civil, ele confessou o crime e disse que era um acerto de contas, pois havia perdido drogas e a vítima, conhecida como “Gordão” ou “Tiquinho”, suposto traficante da região, estava cobrando o adolescente com violência física e ameaças, inclusive contra a sua família.


O adolescente já tem passagens pela polícia e segue detido.

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