‘Não existe crime perfeito, existe crime mal investigado’, diz Dino sobre Caso Marielle
STF condenou os cinco acusados de matar a vereadora e seu motorista
Brasília|Do R7, com RECORD NEWS
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Os ministros da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram por unanimidade, nesta quarta-feira (25), condenar os irmãos Brazão por planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro.
Em seu voto, Dino destacou como a investigação do crime foi permeada por problemas. “Uma investigação tão falha, tão lenta, tão negligente, só é possível na presença de elementos de muito poder para explicar a quantidade de absurdos que marcam esse caso. Não existe crime perfeito, existe crime mal investigado. Eu diria que esse crime foi pessimamente investigado. E foi pessimamente investigado no começo de modo doloso”, disse o ministro Flávio Dino.

Para os ministros, não há dúvidas que Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Rio de Janeiro) e João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, ex-deputado federal, são os mandantes dos crimes.
Além deles, outros três réus respondem ao processo: Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro; Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar; e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor do TCE.
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