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‘Ninguém nos fará mudar o Pix’, diz Lula sobre relatório de Trump que critica sistema

Em documento, governo norte-americano afirma que sistema apresenta ‘risco’ para empresas privadas de pagamentos eletrônicos

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula defende o sistema de pagamentos Pix após críticas do governo dos EUA.
  • O relatório da Casa Branca questiona o impacto do Pix sobre empresas de cartões de crédito, como Visa e Mastercard.
  • Lula afirma que o Pix é brasileiro e reforça a soberania tecnológica do país.
  • O documento americano expressa preocupações sobre o tratamento preferencial do Banco Central ao Pix em detrimento de empresas privadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula rebateu críticas feitas por relatório do governo americano Ricardo Stuckert / PR - 02.04.2026

Em discurso durante cerimônia sobre mobilidade urbana em Salvador, nesta quinta-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Pix, após o relatório publicado pelos Estados Unidos que crítica o sistema de pagamentos brasileiro.

“O Pix é do Brasil e ninguém, ninguém, vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, afirmou o mandatário, reforçando a soberania tecnológica do país no setor financeiro. “O que nós poderemos fazer é aprimorar o Pix cada vez mais”, completou.


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O documento, divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º), apontou a ferramenta prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard. No texto, a administração americana cita o Pix, a tributação sobre importações de pequeno valor (popularmente chamada de “taxa das blusinhas”) e falhas no combate à pirataria, com destaque para a Rua 25 de Março.

Segundo o relatório, o modelo brasileiro de pagamento pode favorecer a plataforma estatal em detrimento de empresas privadas estrangeiras de pagamentos eletrônicos.


“Partes interessadas dos Estados Unidos têm manifestado preocupações de que o Banco Central conceda tratamento preferencial ao Pix, o que coloca fornecedores americanos de serviços de pagamento eletrônico em desvantagem. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas”, consta no documento.

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