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‘Questão climática hoje passa por todos os ramos do Poder Judiciário’, diz ministro do TST

Alberto Balazeiro participou do Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho, que ocorreu em Brasília

Brasília|Do R7, em Brasília

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22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho debateu diversos temas Alan Rones e Daniel Moutinho/Conamat - 30.04.2026

Uma das discussões mais atuais e urgentes no mundo são as mudanças climáticas, que impactam a sociedade e cada vez mais o mercado de trabalho. Esse foi um dos temas abordados pelo 22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho, realizado em Brasília até este sábado (2).

De acordo com o ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho) Alberto Balazeiro, essa relação tem sido debatida em diversas frentes, da questão amazônica a fatores climáticos que interferem no trabalho. Ele defende a importância da Justiça se qualificar para enfrentar esses problemas, cada vez mais frequentes.


“A questão climática hoje passa por todos os ramos do Poder Judiciário”, diz Balazeiro (veja no vídeo abaixo).

O ministro Cláudio Brandão afirmou que as mudanças climáticas podem causar perda de empregos e gerar consequências graves à saúde.


Com o tema “Justiça do Trabalho independente para um mundo em transição: sustentabilidade, inteligência artificial e trabalho protegido”, o congresso foi realizado pela Anamatra (Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho), entidade com mais de 3.500 juízes em todo o país.

O presidente da Anamatra, Valter Pugliese, deu um paronoma sobre os principais eixos tratados pelo congresso, que passou por pejotização, inteligência artificial e sua utilização no trabalho do juiz, além da sustentabilidade, que, segundo ele, “é uma preocupação que transcende as questões que envolvem a atividade jurisdicional e atinge também a sociedade” (veja abaixo).


Segundo o conselheiro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) Guilherme Feliciano, os tribunais precisam se preparar para os eventos climáticos extremos. “Provalvelmente até 2030 nós vamos exceder o limite ditado pelo Acordo de Paris, que seria de um aumento de até 1,5°C acima da temperatura média do planeta”, analisa.

Além dos painéis, o 22º Conamat também contou com a discussão de 62 propostas de teses encaminhadas por associadas e associados da Anamatra, pelas Associações dos Magistrados do Trabalho das Regiões e por representantes da sociedade civil.

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