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‘Nós vamos dar uma pausa’, diz Rogério Marinho sobre apoio do PL a Ciro Gomes no Ceará

Liderança do PL admite paralisação nas negociações após desgaste com a família Bolsonaro

Brasília|Joice Gonçalves, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rogério Marinho, do PL, anunciou uma pausa nas negociações de apoio a Ciro Gomes no Ceará.
  • A suspensão ocorre após declarações de Michelle Bolsonaro e outros membros da família sobre o tema.
  • Marinho atribui o desgaste político à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, afetando articulações em todo o Brasil.
  • Ele reafirmou a confiança no deputado André Fernandes para buscar alternativas no Ceará, visando derrubar o PT do poder.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rogério Marinho disse que a suspensão ocorre após desgate com família Bolsonaro Waldemir Barreto/Agência Senado - 01.12.2025

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou nesta terça-feira (2) que o PL decidiu “dar uma pausa” nas tratativas de apoio a Ciro Gomes no Ceará. Segundo ele, a suspensão ocorre após declarações recentes de Michelle Bolsonaro e dos enteados sobre o tema, o que levou o presidente do PL no estado, André Fernandes, a interromper momentaneamente as conversas.

“Temporariamente nós vamos paralisar um pouco essas negociações, e o deputado André tem a nossa confiança para buscar um projeto dentro do Ceará que permita que nós possamos tirar o PT do poder”, disse Marinho.


O senador também atribuiu parte do desgaste político à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que completou mais de 100 dias. Ele afirmou que o isolamento imposto ao ex-presidente prejudica articulações nacionais.

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“Esses mais de 100 dias que Bolsonaro está preso prejudicam a relação política, não apenas no Ceará, mas em todo o Brasil”, declarou. Segundo Marinho, cabe hoje a Flávio Bolsonaro, Valdemar Costa Neto e Michelle Bolsonaro revisar compromissos firmados pelo ex-presidente nos estados e reorganizar palanques para 2026.


Ele reforçou elogios ao deputado André Fernandes, classificando-o como “revelação na política” e “quadro extremamente qualificado”. Marinho citou ainda a derrota de Fernandes nas eleições municipais — “não venceu graças à máquina que se levantou contra ele”, afirmou.

O senador relatou que esteve reunido com Michelle Bolsonaro e com Valdemar Costa Neto antes de anunciar a decisão de congelar as negociações no Ceará. Repetiu críticas à forma como a prisão de Bolsonaro vem sendo executada e afirmou que o contato com o ex-presidente é limitado a médicos, advogados e familiares.


Para Marinho, o cenário de indefinição não é exclusivo do Ceará. “Problemas como esse existem em vários estados da federação, e nosso papel é buscar coerência com o que representamos para o Brasil.”

O líder encerrou reiterando que a orientação é suspender, por ora, qualquer movimento de apoio a Ciro Gomes. “O deputado André tem a nossa confiança para buscar um projeto dentro do Ceará que permita que nós possamos tirar o PT do poder.”

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