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Polícias Civis do DF e RJ prendem 14 suspeitos de envolvimento na venda ilegal de anabolizantes

Ao todo, 23 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do RJ por envolvimento com o esquema

Brasília|Do R7

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Grafíca no DF produzia embalagens e etiquetas Divulgação/PCDF - 14.1.2025

Uma operação conjunta entre as Polícias Civis do DF e do RJ prendeu 14 pessoas suspeitas de participar de um esquema de venda ilegal de anabolizantes e substâncias perigosas, como repelentes de insetos, que contêm substâncias tóxicas e nocivas à saúde humana. A ação cumpre 23 mandados de busca e apreensão na capital federal e na cidade do Rio de Janeiro. Segundo o MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), uma ordem judicial autorizou o bloqueio de R$ 82 milhões da conta dos 23 suspeitos já denunciados.

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Segundo os promotores, os criminosos vendiam, expunham à venda e distribuíam produtos sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, de procedência desconhecida e adquiridos de empresas sem autorização das autoridades sanitárias.

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Os produtos eram promovidos e comercializados por meio de sites e redes sociais, sem informações sobre os riscos à saúde, induzindo os consumidores a comportamentos prejudiciais.

As investigações tiveram início em meados de 2024, a partir de postagens identificadas pelo setor de Segurança dos Correios e comunicadas à Delegacia de Crimes Contra o Consumidor (DECON).

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Estima-se que, desde o início das investigações, tenham sido apreendidos 1.150 frascos contendo substâncias anabolizantes e que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 82 milhões no período.

O GAECO/MPRJ ressalta que, apesar de expressivo, o número de encomendas identificadas e retidas pelos Correios representa apenas cerca de 10% do total efetivamente distribuído pelo grupo. Os denunciados comercializavam as substâncias para clientes localizados em 26 estados brasileiros.

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Distrito Federal

No DF, os investigadores da Cord (Coordenação de Repressão às Drogas) cumpriram mandado de busca e apreensão em uma gráfica localizada no Setor de Gráficas de Taguatinga. Uma grande quantidade de material, que seria utilizado para embalar as substâncias e produtos, foi localizada e será encaminhada à perícia e, posteriormente, destruída.

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