Senado aprova indicação de Rodrigo Pacheco para vaga de Bruno Dantas no TCU
Ex-presidente da Casa foi indicado por Davi Alcolumbre com apoio unânime das lideranças partidárias
Brasília|Amanda Garcia, do R7, em Brasília
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O Senado aprovou nesta terça-feira (1º) a indicação do ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para o cargo de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).
A indicação foi aprovada por 63 votos a favor e 4 contrários em votação secreta. A indicação ainda precisa de aprovação da Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), se comprometeu a votar a indicação na quarta-feira (2).
Pacheco foi indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para ocupar a vaga aberta com a renúncia de Bruno Dantas.
A indicação foi apresentada por meio do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 995/2026 e recebeu apoio das lideranças partidárias do Senado. Antes da votação do nome, os senadores aprovaram requerimento de urgência que permitiu levar a indicação diretamente ao plenário.
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Ao anunciar a indicação, Alcolumbre destacou o apoio das diferentes forças políticas representadas na Casa. “A unanimidade das lideranças partidárias com representação assinaram o PDL”, afirmou o presidente do Senado, que disse ainda que a escolha levou em consideração a trajetória de Pacheco.
O senador Renan Calheiros (MDB-AL), presidente da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), foi designado relator da indicação em plenário e apresentou parecer favorável ao nome de Pacheco.
Vaga de Bruno Dantas
Bruno Dantas anunciou na segunda-feira (31) sua renúncia ao cargo de ministro do TCU, que ocupava desde 2014. A saída foi comunicada oficialmente pelo tribunal ao Senado e abriu a vaga destinada à escolha da Casa.
Ao anunciar a decisão, Dantas afirmou que pretende se dedicar a novos projetos profissionais e acadêmicos após quase três décadas de atuação no serviço público.
Pacheco foi presidente do Senado entre 2021 e 2025. O ex-presidente da Casa decidiu não disputar as eleições de 2026 e chegou a ser considerado para uma indicação ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga.
A indicação de Messias, porém, foi rejeitada pelo Senado.
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