Sessão no STF terá um policial por ministro e possível separação de Moraes e Mendonça
Como apurou o R7, Fachin teria sido orientado a distanciar os dois magistrados durante julgamento
Brasília|Bruna Pauxis e Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, nesta terça-feira (15), sessão dedicada a julgar a validade jurídica do relatório da Polícia Federal que aponta supostas mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
A sessão ocorre sob forte esquema de segurança: conforme apurou o R7 Planalto, cada magistrado contará com acompanhamento policial individualizado no Plenário. Além disso, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, teria recebido orientações para distanciar as posições nas quais estarão sentados os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça durante os trabalhos.
O julgamento está marcado para começar às 10h e terá início com a leitura do relatório, seguida de manifestações da PGR (Procuradoria-Geral da República), eventuais sustentações orais e, por fim, os votos dos ministros.
O plano de segurança para a sessão conta com a participação da Secretaria de Polícia Judicial do STF, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o Comando Militar do Planalto, as Forças Armadas, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e outros órgãos de segurança.
A operação prevê compartilhamento de informações de inteligência, avaliação de riscos e definição conjunta de efetivos, áreas de responsabilidade, revistas, bloqueios, restrições do espaço aéreo e monitoramento de drones.
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