Brasília Supremo elege lista de nomes para escolha de dois ministros do TSE; veja

Supremo elege lista de nomes para escolha de dois ministros do TSE; veja

Agora, os nomes serão enviados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que escolherá os dois novos membros da corte eleitoral

  • Brasília | Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

Lista com quatro nomes será enviada a Lula

Lista com quatro nomes será enviada a Lula

Marcello Casal Junior/Agência Brasil - Arquivo

O Supremo Tribunal Federal (STF) elegeu nesta quarta-feira (24), em votação secreta, uma lista quádrupla com candidatos a ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora, os nomes serão enviados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que escolherá os dois novos membros da corte eleitoral. Fazem parte da lista André Ramos Tavares, Daniela Borges, Edilene Lôbo e Floriano Marques Neto. Todos tiveram dez votos.

As vagas foram abertas na semana passada, com o término dos mandatos de Carlos Horbach e Sérgio Banhos. Os dois foram escolhidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com os novos ministros empossados, o atual governo terá maioria no TSE.

Compartilhe esta notícia no WhatsApp
Compartilhe esta notícia no Telegram

O tribunal é formado por, no mínimo, sete ministros. Desse total, três são provenientes do STF, um dos quais preside a corte; dois ministros são do Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo um corregedor-geral da Justiça Eleitoral; e dois juristas são da classe dos advogados, nomeados pelo presidente da República.

A Constituição Federal prevê que "os ministros da classe dos juristas sejam nomeados entre advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral".

Os substitutos de Banhos e Horbach votarão no julgamento da ação que pede a inelegibilidade de Jair Bolsonaro. O processo trata da reunião do ex-presidente com embaixadores no Palácio da Alvorada, em julho de 2022.

Na ocasião, Bolsonaro levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas sem apresentar provas e atacou o sistema eleitoral brasileiro. O Ministério Público Eleitoral (MPE) defende a inelegibilidade do ex-chefe de Estado. O julgamento ainda não tem data marcada, mas há previsão de que ocorra em junho.

Últimas