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Defesa pede revogação de prisão de influenciador Hytalo Santos e companheiro

Advogado do influenciador alega que investigação está em andamento desde 2020, o que retiraria urgência da prisão preventiva

Cidades|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Hytalo Santos e Israel Nata Vicente pediu a revogação da prisão preventiva ao Tribunal de Justiça da Paraíba.
  • A prisão foi decretada na sexta-feira (15) devido a suspeitas de exploração sexual infantil nas redes sociais.
  • Os defensores alegam que a investigação já ocorre desde 2020 e não justificaria a prisão neste momento.
  • O juiz responsável mencionou a possibilidade de obstrução de provas e testemunhas como motivo da prisão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Prisão de Hytalo Santos: juiz diz que não há dúvidas de crime de tráfico de pessoas Reprodução/Redes Sociais/Via Folha de Pernambuco - 15.08.2025

A defesa do influenciador digital Hytalo Santos e de seu companheiro, Israel Nata Vicente, apresentou um habeas corpus ao Tribunal de Justiça da Paraíba pedindo a revogação da prisão preventiva deles, efetuada na sexta-feira (15), a pedido do Ministério Público, sob suspeita de exploração sexual infantil nas redes sociais.

A defesa argumenta que a investigação sobre o caso acontece desde 2020 e, por isso, não haveria justificativa legal para decretar a prisão preventiva neste momento.


“Entendemos que os fatos já vinham sendo apurados há algum tempo e nunca foi vista nenhuma irregularidade pelo Ministério Público”, afirmou Sean Abib, advogado do influenciador.

A prisão foi decretada pelo juiz Antonio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara de Bayeux (PB), sob o argumento de que eles poderiam destruir provas e ocultar valores financeiros obtidos com a prática das ações de exploração sexual infantil. O juiz escreveu que os dois já estavam atuando para “destruição deliberada de documentos e tentativa de coação de testemunhas”.


“A prisão dos investigados apresenta-se, portanto, como medida imprescindível para a preservação da instrução processual, protegendo as provas e as testemunhas de novas investidas ilícitas”, disse em sua decisão.

O habeas corpus foi apresentado na segunda instância, ao Tribunal de Justiça da Paraíba. Por se tratar de final de semana, foi distribuído a um desembargador plantonista, que vai analisar o caso.


*Sob supervisão de Ingrid Alfaya

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