Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

Exame não mostra presença de sêmen em corpo de italiana morta no Ceará

Delegada disse que ausência de sêmen não anula chance de estupro e que investiga caso 

Cidades|Do R7, com Rede Record

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Gaia foi achada morta no dia 25 de dezembro no Ceará
Gaia foi achada morta no dia 25 de dezembro no Ceará

A Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (5) o exame realizado no corpo da italiana Gaia Molinari, encontrada morta em Jericoacoara, Ceará, no dia 25 de dezembro. Segundo o laudo, não havia presença de sêmen no corpo da vítima. No entanto, a delegada que investiga o caso informou que isso não anula a possibilidade de ter ocorrido um estupro e que o caso segue sendo investigado. 

Gaia chegou a Fortaleza em 16 de dezembro e estava hospedada em um hostel localizado no centro da cidade. Ela viajou para Jericoacoara no dia 21 e deveria ter retornado no dia 24.Segundo a polícia, os exames lá realizados indicaram a causa da morte como asfixia por estrangulamento. Inicialmente, está descartada a hipótese de latrocínio.


Mirian França de Mello, de 31 anos, está presa desde o dia 29 de dezembro, suspeita de envolvimento na morte. De acordo com a Polícia Civil do Ceará, Mirian teve a prisão temporária expedida após cair em contradições em seus depoimentos. 

"É leviano dizer que é racismo", diz advogado de suspeita de envolvimento na morte de italiana


Grupos de apoio à suspeita têm se movimentado pelas redes sociais afirmando que a prisão de Mirian é fruto do racismo e do preconceito contra pobre. A mulher, que é carioca nascida no subúrbio do Rio, morou sozinha durante nove anos no alojamento na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), voltado para alunos de baixa renda, enquanto cursava a faculdade de química. Atualmente, a carioca é estudante de doutorado no Instituto de Microbiologia da mesma universidade.

A aposentada Valdicéia, mãe de Mirian, afirma que está aflita por não conseguir falar com a filha durante a prisão. De acordo com a aposentada, a dificuldade de comunicação não tem explicação.

— Estou despedaçada. Eu tenho uma luz de esperança no fim do túnel, mas só terei tranquilidade quando ouvir a voz da minha filha e dar um abraço nela aqui no Rio. Não sei o que seria de mim se não estivesse recebendo tanto apoio.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.