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Laudo afirma que Bernardo já estava morto quando foi enterrado

Legistas não constataram partículas de terra nos pulmões do menino

Cidades|Do R7

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Bernardo foi morto no começo deste mês
Bernardo foi morto no começo deste mês

Um laudo do IGP (Instituto-Geral de Perícias) do Rio Grande do Sul, divulgado nesta sexta-feira (25), mostra que o menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, não foi enterrado vivo, contrariando uma das hipóteses investigadas pela Polícia Civil. Os legistas constataram que não havia partículas de terra nos pulmões do garoto.

Em depoimento, a assistente social Edelvânia Wirganovicz, que confessou ter participado da morte, disse que não viu se a madrasta do garoto, Graciele Boldrini, checou a pulsação dele antes de enterrar o corpo, em Frederico Westphalen (RS). Os investigadores dependiam então desse laudo para descartar ou não a possibilidade de o garoto ter sido enterrado ainda com vida.


A assessoria de imprensa da Polícia Civil do RS não informou que o laudo apontou a causa da morte. A principal suspeita é de que o garoto tenha recebido uma injeção letal após ser dopado.

Nesta manhã, peritos do IGP refizeram os últimos passos do menino e da madrasta, que teria mentido a Bernardo, dizendo que os dois sairiam para comprar uma nova televisão e para visitar uma benzedeira. Em Frederico Westphalen, ela se encontrou com Edelvânia. Horas depois, as mulheres foram flagradas por câmeras de segurança de um posto de gasolina sozinhas, no mesmo lugar em que estavam com o menino.

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