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Marinha continua buscas por vítimas de naufrágio em barco no Pará; causas são investigadas

Treze pessoas morreram e 46 foram resgatadas com vida; cinco mortos eram crianças

Cidades|Do R7

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Comandante admitiu superlotação em barco
Comandante admitiu superlotação em barco

A Marinha informou que as buscas por vítimas do naufrágio de um barco no rio Arari, na região da Ilha de Marajó, devem continuar neste sábado (20). A procura, segundo o órgão, deve seguir até que o último desaparecido seja encontrado. Ao todo, 13 pessoas morreram e 46 foram resgatadas com vida.

O comandante da embarcação Iate Leão do Norte admitiu que ela estava superlotada. Com capacidade para 40 passageiros, transportava cerca de 60 pessoas, na última sexta-feira (19). A embarcação saiu do município de Chaves em direção a Belém e afundou a 500 m do porto de Cachoeira do Arari.


Ao menos nove foram levados para hospitais da região. Entre eles, segundo a Prefeitura de Cachoeira do Arari, há uma criança em estado grave.

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Ainda de acordo com a Marinha, ao contrário do que foi informado incialmente, havia cerca de 60 pessoas na embarcação. Informações iniciais davam conta que o número total de passageiros era 85.


Buscas e investigação

Em nota divulgada pelo Comando do 4º Distrito Naval, a Marinha informou que tomou conhecimento do naufrágio por volta da 1h20 desta sexta-feira. Os navios-patrulha Parati e Pampeiro foram encaminhados para a área do incidente, com apoio de duas lanchas e mergulhadores, para auxiliar nas buscas.

A Marinha do Brasil já instaurou inquérito para descobrir as causas do naufrágio. O prazo para concluir a investigação é de 90 dias.

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