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Onde e até quando serão sentidos os efeitos do ciclone bomba?

Fenômeno climático deve trazer fortes tempestades, queda de granizo e rajadas de vento a algumas regiões do país

Cidades|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ciclone extratropical está afetando as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, trazendo temporais e ventos fortes.
  • O fenômeno já começou a se formar, com efeitos perceptíveis nas regiões-alvo, e o momento mais crítico varia de região para região.
  • O período de maior atenção se estende de quinta-feira até sábado, com acompanhamento do deslocamento do ciclone e da frente fria associada.
  • O termo "bomba" refere-se à rápida intensificação do ciclone, que pode gerar ventos mais intensos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um ciclone extratropical começa a afetar o Brasil, atingindo as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Além da frente fria, temporais e ventos fortes são esperados.

Em entrevista ao programa Link News desta quinta (6), Tiago Molina Schnorr, integrante da coordenação-geral de monitoramento e alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil Nacional, explicou que o chamado ciclone bomba já começou a se formar e que seus efeitos já podem ser perceptíveis nas regiões-alvo. O momento mais crítico do fenômeno varia de região para região.


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“O ciclone, nessas próximas horas, já deve começar a influenciar áreas do Rio Grande do Sul, à medida que esse sistema frontal avança; então, já na madrugada [de sexta] para as demais áreas do estado do Rio Grande do Sul, depois para Santa Catarina, Paraná, essa frente fria também, esses ventos, eles também vão chegar na região Sudeste, principalmente em áreas de São Paulo, o litoral também do Rio de Janeiro, áreas também do Mato Grosso do Sul. A gente já percebe agora a instabilidade em algumas dessas regiões, então a atmosfera já passa a ficar mais instável nessas regiões”, disse.

Segundo o especialista, são dois a três dias de atenção total: “O nosso período de preocupação nele se estende então desde o dia de hoje [quinta], indo até mais ou menos sábado [dia 8], então a gente vai acompanhando o deslocamento tanto do ciclone, que depois vai estar atuando mais no oceano, mas a frente fria associada a ele então vai estar condicionando essas condições meteorológicas em todas essas regiões que a gente mencionou”.


Mas por que o termo “bomba”? Ele explica: “Esses ciclones mais intensos podem gerar ventos mais intensos; geralmente as frentes frias têm um potencial maior. Então, quando falamos nesse termo bomba, a gente sempre enquadra essa taxa da velocidade com que esse ciclone ganha intensidade a partir da sua formação”.

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