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PF investiga fraude milionária no INSS, com cadastro de falsos procuradores no Maranhão

Esquema criminoso visava manter ativos pagamentos de benefícios assistenciais a aposentados, para contratação de empréstimos

Cidades|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal lançou a Operação Procuração Fantasma para desmantelar um grupo criminoso que fraudava o INSS.
  • O esquema envolvia o cadastramento fraudulento de procuradores e a criação de beneficiários fictícios para manter benefícios ativos e realizar empréstimos consignados.
  • O prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 5,7 milhões, segundo a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social.
  • Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Maranhão, e medidas cautelares foram autorizadas para investigar os envolvidos.

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Levantamento da Previdência Social aponta possível prejuízo de R$ 5,7 milhões aos cofres públicos PF/Reprodução – Arquivo

A PF (Polícia Federal) deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Procuração Fantasma, para desarticular um grupo criminoso suspeito de cometer fraudes contra o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A investigação identificou indícios da existência de um esquema criminoso para cadastramento fraudulento de pessoas como procuradoras vinculadas a titulares de benefícios assistenciais.


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A fraude visava manter os pagamentos ativos por tempo indeterminado e viabilizar a contratação de empréstimos consignados em nome de aposentados e pensionistas.

No entanto, as suspeitas são de que os titulares dos benefícios eram pessoas fictícias, devido ao uso de identidades falsas. Um Levantamento feito pela Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social aponta um possível prejuízo de R$ 5,7 milhões aos cofres públicos.


Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Luís, Santa Luzia do Paruá (MA) e Zé Doca (MA). A Justiça autorizou, ainda, medidas cautelares para derrubada dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bem como o bloqueio de bens para ressarcimento dos prejuízos causados.

Os investigados devem responder, inicialmente, pelos delitos de estelionato majorado contra entidade de direito público, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de identidade falsa.

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