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Saiba onde encontrar pontos de doação no Distrito Federal para ajudar vítimas das chuvas no RS

A estimativa é que as enchentes já tenham afetado mais de 1,4 milhão de pessoas

Cidades|Do R7, em Brasília


Confira a lista de itens essenciais para doação Cristiano Carvalho/Caesb - Arquivo

No Brasil inteiro, pontos de coleta oficiais estão sendo divulgados, inclusive no Distrito Federal, junto com campanhas de arrecadação online, direcionadas para ajudar as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. A Defesa Civil do estado destaca a prioridade em doações de colchões, roupas de cama e banho, cobertores, água potável, ração para animais e cestas básicas fechadas.

Confira abaixo os endereços dos pontos de coleta:

  • Quartéis do Corpo de Bombeiros Militar do DF (confira os endereços neste link)
  • Base Aérea de Brasília: Área Militar do Aeroporto Internacional de Brasília, horário das 8h às 18h
  • Anexo do Palácio do Buriti: Salas 104 e 900, Eixo Monumental, horário das 8h às 18h
  • OAB-DF: A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Distrito Federal (OAB-DF) está realizando uma campanha de arrecadação de alimentos e suprimentos para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
  • MPDFT: O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) receberá doações durante o seminário “Extremos climáticos e desastres no DF”, entre 6 e 9 de maio, para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Serão aceitos cobertores, travesseiros, colchonetes, sacos para lixo, material de limpeza e alimentos não perecíveis.
  • TCDF: Em parceria com o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (MPjTCDF) e a Associação de Servidores (Assecon), o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) está organizando uma campanha de arrecadação de doações para as famílias afetadas pelas enchentes. O ponto de coleta está localizado no Salão Negro do Edifício-Sede do TCDF.
  • A CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) vai receber, a partir de quinta-feira (9), doações para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. O ponto de coleta vai funcionar das 8h às 19h, na entrada principal do prédio, em sistema drive-thru.

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Lista de itens essenciais para doação:

  • Água potável
  • Colchões
  • Roupas de cama
  • Toalhas de banho
  • Cobertores
  • Artigos de higiene
  • Materiais de limpeza
  • Sacos de lixo
  • Talheres descartáveis
  • Fraldas para adultos e crianças
  • Mamadeiras
  • Chupetas
  • Leite em pó
  • Ração para animais
  • Cestas básicas

Dicas para doar corretamente roupas:

  • Evite doar roupas que você não usa mais. Priorize peças confortáveis e funcionais, deixando de lado biquínis e sapatos de salto alto, que não serão úteis no momento e podem atrapalhar a triagem dos voluntários.
  • Certifique-se de que as roupas, cobertores e lençóis estejam limpos e prontos para uso. As pessoas afetadas pelas chuvas podem não ter condições de higienizar os itens antes de utilizá-los.
  • Identifique as sacolas de doação, indicando se contêm roupas masculinas, femininas ou infantis.
  • Não doe sapatos danificados ou sem sola. Mantenha os pares juntos em uma sacola ou amarre os cadarços para evitar que se percam.

Situação no Rio Grande do Sul

As tempestades que atingem o Rio Grande do Sul desde 29 de abril resultaram em prejuízos financeiros que ultrapassam a marca de R$ 4,6 bilhões, de acordo com um levantamento da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) divulgado nesta terça-feira (7). O relatório aponta que 99,8 mil residências foram danificadas ou destruídas, e o número de mortos chegou a 95, afetando 78% dos municípios do estado.

A CNM ressalta que o valor dos danos pode aumentar à medida que outros municípios reportem suas perdas, considerando que muitos ainda estão envolvidos em atividades de resgate e assistência emergencial às vítimas.

Segundo a Defesa Civil Estadual, 388 municípios foram afetados, dos quais 336 receberam reconhecimento de calamidade pública pelos governos estadual e federal. Destes, 159 municípios emitiram decretos no S2iD (Sistema Integrado de Informações sobre Desastres) do governo federal, enquanto 177 ainda não forneceram dados sobre os prejuízos.

A CNM destaca que a maioria dos municípios que emitiram decretos no S2iD começou a informar os valores dos danos, à medida que as águas começaram a baixar em algumas regiões.

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