Ações da Petrobras despencam 6% e contribuem para queda de 2,5% da Bovespa
No dia, o principal índice da Bolsa Paulista recuou 2,46% e atingiu os 45.477 pontos
Economia|Do R7

A Bovespa fechou em queda pelo terceiro pregão seguido nesta terça-feira (1º), em meio a novos sinais negativos sobre crescimento econômico na China, enquanto permanecem as apreensões com o quadro macroeconômico e a deterioração fiscal no Brasil.
Com queda de mais de 6%, a baixa das ações da Petrobras se destacaram no pregão em que o Ibovespa caiu 2,46%, a 45.477 pontos, e teve giro financeiro de R$ 6,75 bilhões.
A Petrobras fechou com queda de 6,53% nas ações preferenciais e de 6,31% nos papéis ordinários, acompanhando a queda do preço do petróleo, com os dados chineses amparando a correção negativa da commodity após avanço da véspera.
A queda acumula do índice de referência do mercado acionário brasileiro nas três últimas sessões chega a 4,69%, e o horizonte no curto prazo não sugere alívio.
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O tom defensivo permanece nas estratégias de gestores para o mercado acionário brasileiro em setembro, diante da deterioração do cenário econômico doméstico e de sinais de maior desaquecimento na China.
Nesta terça-feira, repercutiu negativamente dados mostrando que atividade do setor industrial chinês encolheu à taxa mais forte em ao menos três anos em agosto e que o setor de serviços do gigante asiático mostrou sinais de esfriamento.
No campo doméstico, o mercado, de modo geral, entendeu que o governo brasileiro "jogou a toalha" no que diz respeito a um ajuste relevante das contas públicas, ao anunciar na véspera proposta orçamentária para 2016 prevendo déficit primário inédito.
Analistas do BTG Pactual disseram temer que, na falta de um rápido arranjo político em prol de um acordo para lidar com a crise econômica, a deterioração das variáveis econômicas continuará e a volatilidade seguirá elevada.















