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Após pico da Covid, Ipea estima recuperação do comércio, indústria e serviços em fevereiro

O instituto aponta que a missão dos industriais era a mais desafiadora, com dificuldades para obter insumos, energia e petróleo caros; mesmo assim, produção deve crescer 1,4% no mês

Economia|Da Agência Brasil

Comércio deve ter crescido 1,3% em fevereiro
Comércio deve ter crescido 1,3% em fevereiro Comércio deve ter crescido 1,3% em fevereiro

Após novo pico de casos de Covid-19 em janeiro, o mês de fevereiro teve recuperação da atividade econômica na indústria, comércio e serviços em relação a janeiro, estima análise divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada). Os dados oficiais do desempenho da economia ainda não foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O Ipea aponta que o cenário para a indústria no mês de fevereiro era o mais desafiador. Entre as razões, estão problemas relacionados às cadeias produtivas globais e aos custos elevados dos fretes internacionais. Além disso, o preço da energia elétrica continua elevado, e o valor do petróleo sofreu impacto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, importantes exportadores no mercado de óleo e gás.

Mesmo com esse cenário, a Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea estima que houve crescimento de 1,4% na produção industrial em fevereiro, na comparação com janeiro. Já em relação a fevereiro de 2021, foi projetada queda de 3,1%.

Os pesquisadores do instituto avaliam que as indústrias extrativas tiveram contribuição positiva em fevereiro, com crescimento previsto de 7,5%. Já a indústria de transformação deve registrar alta de 0,8%.

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Diferentemente da indústria, que chegou a ter queda de 2,4% em janeiro de 2022, o setor de serviços se manteve estável mesmo durante o pico causado pela variante Ômicron, e a projeção para fevereiro é a de alta de 1,5% ante janeiro.

O setor de comércio também deve ter registrado alta na atividade em fevereiro, segundo o Ipea, que estima que o crescimento pode ter sido de 1,3%, quando são consideradas também as vendas de automóveis e materiais de construção. Ao excluir esses dois grupos, a projeção passa a ser de alta de 1,2%.

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