Brasil alcança 62,9 milhões de empregos formais em junho
Centro-Oeste e Nordeste lideram crescimento do emprego formal desde 2023; participação feminina também aumenta
Economia|Do Estadão Conteúdo
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O Brasil alcançou 62,89 milhões de vínculos formais de trabalho em junho de 2026, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O número representa aumento de 2,19 milhões de vínculos em relação a dezembro de 2025, alta de 3,6%.
Do total, 48,15 milhões eram vínculos celetistas e 14,31 milhões correspondiam a agentes públicos, incluindo servidores estatutários, contratados por tempo determinado e ocupantes de cargos em comissão.
Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério do Trabalho divulgou os dados destacando a evolução do mercado formal desde janeiro de 2023, início do atual mandato presidencial.
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Na comparação entre janeiro de 2023 e junho de 2026, o estoque de vínculos formais cresceu 10,1 milhões, passando de 52,79 milhões para os atuais 62,89 milhões.
Dos 5,05 milhões de novos vínculos públicos registrados no período, 3,99 milhões correspondem a contratações por tempo determinado.
Entre os trabalhadores celetistas, o maior crescimento ocorreu no setor de serviços, que passou de 29,8 milhões para 38,3 milhões de vínculos.
Por regiões
Os maiores crescimentos proporcionais foram registrados no Centro-Oeste, com alta de 28,6%, e no Nordeste, com 27,6%.
Em números absolutos, os destaques foram o Sudeste, com aumento de 3,8 milhões de vínculos, e o Nordeste, com acréscimo de 2,7 milhões.
Mais mulheres
O levantamento também aponta aumento da participação feminina no mercado formal. O número de vínculos ocupados por mulheres chegou a 29,2 milhões em junho, alta de 5,8 milhões em relação a janeiro de 2023.
Entre os homens, o crescimento foi de 4,3 milhões de vínculos na mesma comparação. Com isso, a participação das mulheres no emprego formal passou de 44,2% para 46,4%.
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