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Capital de giro x crédito rotativo: saiba qual a melhor opção para lidar com as dívidas

Dados da Serasa mostram que três a cada dez brasileiros recorrem ao cartão para cobrir despesas diárias

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Três em cada dez brasileiros usam o cartão de crédito para cobrir despesas diárias, segundo a Serasa.
  • O cartão de crédito rotativo tem uma alta taxa de juros, em média 428% ao ano.
  • O capital de giro é uma alternativa melhor, com juros menores e parcelas fixas, reduzindo custos de dívida.
  • 30% da renda do brasileiro é usada para pagar dívidas, indicando falta de inteligência financeira.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para muitos brasileiros, o cartão de crédito deixou de ser apenas uma forma de pagamento para se tornar uma solução para fechar as contas no fim do mês. Dados do novo mapa de crédito da Serasa mostram que três em cada dez brasileiros recorrem ao cartão de crédito para cobrir despesas do dia a dia.

Em entrevista ao Link News, o estrategista-chefe da GCB Investimentos, Roberto Dumas, alerta que o cartão de crédito rotativo cobra, em média, 428% de taxa de juros ao ano. Segundo ele, uma alternativa melhor a fazer dívidas no cartão é utilizar o capital de giro.


Um homem está sentado em uma mesa, visivelmente concentrado. Ele segura um dispositivo móvel na mão esquerda e escreve em um papel com a mão direita, usando uma caneta azul
Pior possibilidade de crédito é o cartão de crédito rotativo, diz especialista Reprodução/Record News

Na prática, o capital de giro é uma opção de empréstimo com juros menores, maiores prazos de pagamento e parcelas fixas. “E aí você diminui o custo dessa dívida de 450 a 430% ao ano para 25, 26, 30% ao ano. É uma bruta de uma economia”, defende o economista.

“Hoje em dia você tem 81 milhões praticamente de famílias endividadas, um número alto se você comparar com outros países. 30% da renda do brasileiro, ou seja, cada R$ 100 que você recebe, R$ 30 vão para o banco, quer para pagar principal, quer para pagar os juros da dívida. Nos países mais desenvolvidos ou até mesmo nos países emergentes semelhantes ao Brasil, isso não passa de 10 a 12%”, pontua.


Segundo ele, isso se deve a uma falta de inteligência financeira da população brasileira. “A pior possibilidade de crédito é o cartão de crédito rotativo. Se você está pendurado no cartão de crédito rotativo, converse com o seu gerente do banco, que quer mudar essa dívida para uma dívida de capital de giro, que aí você não precisa pagar no dia a dia.”

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