Com PEC, haverá redução da despesa como proporção do PIB, diz Dyogo
Governo tem trabalhado para que o PIB volte a crescer em termos reais nos próximos anos
Economia|Do R7

O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou nesta quarta-feira (24), que a instituição de um teto para os gastos públicos vai permitir a inversão da trajetória de crescimento das despesas em relação ao PIB (Produto Interno Bruto).
Isso será possível porque, além do controle dos gastos, o governo tem trabalhado para que o PIB volte a crescer em termos reais nos próximos anos, disse o ministro a jornalistas, após participar de audiência pública sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241, que institui o teto.
Oliveira disse que a redução da despesa aumentará de acordo com a inflação.
Leia mais notícias sobre Economia
— É preciso ter disciplina nessa despesa, e a PEC traz isso. A partir daí, você terá redução da despesa em relação ao PIB. Não é redução nominal, ela vai aumentar com inflação preservando despesas principais de educação e saúde, também pela inflação, mas no total vai cair um pouquinho em relação ao PIB. .
O ministro interino do Planejamento disse ainda que o pente-fino nos benefícios concedidos pelo governo também é parte importante do controle de despesas. No mês passado, o governo anunciou que iria revisar concessões de auxílio-doença, aposentadorias por invalidez e BPC (Benefício de Prestação Continuada). A economia anual esperada é de R$ 7 bilhões.
— Também iniciamos processo de revisão, de avaliação dos programas sociais", disse Dyogo, acrescentando que isso será útil por trazer informações sobre eficiência, efetividade e qualidade do gasto. "Outras medidas serão ainda ultimadas e trarão novas economias a partir desse trabalho.















