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Custo da construção sobe com alta de materiais e equipamentos

O índice referente à mão de obra não variou, em setembro

Economia|Do R7

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A desaceleração da mão de obra deve-se ao fim dos reajustes
A desaceleração da mão de obra deve-se ao fim dos reajustes

O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção – M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,43%, acima do resultado do mês anterior, de 0,31%. No ano, o índice acumula variação de 7,18% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,99%.

O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,91%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. O índice referente à mão de obra não variou, em setembro. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%.


No grupo materiais, equipamentos e serviços, o índice correspondente a materiais e equipamentos registrou variação de 1,14%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%.

Os quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, passando de 0,83% para 1,06%.


A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,59% em agosto, para 0,04% em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 1,52% para 0,23%.

O grupo mão de obra não registrou variação em setembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,03%. A desaceleração foi consequência do fim dos reajustes salariais ocorrido em várias capitais.


Capitais

Seis capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Porto Alegre registrou desaceleração. 

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