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Desemprego sobe em abril e atinge 6,3 milhões de trabalhadores brasileiros

Segundo o IBGE, o aumento de desempregados ocorre pelo comportamento sazonal de atividades como comércio e serviços pessoais

Economia|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em abril, afetando 6,3 milhões de trabalhadores.
  • Aumento de desempregados é atribuído ao comportamento sazonal de setores como comércio e serviços pessoais.
  • A população ocupada no Brasil caiu 0,3% em relação ao trimestre anterior, mas teve um aumento de 1,1% comparado ao ano anterior.
  • O rendimento médio dos trabalhadores empregados foi de R$ 3.732, com a massa de rendimento real habitual alcançando R$ 377 bilhões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Comportamento sazonal de setores como comércio e serviços pessoais impactou para resultados Marcelo Camargo/Agência Brasil – Arquivo

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em abril, em relação ao mesmo período anterior. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra que 6,3 milhões de brasileiros em idade ativa não trabalhavam naquele trimestre — 471 mil a mais do que no intervalo encerrado em março.

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O aumento do número de desempregados, segundo a Pnad Contínua, ocorreu devido ao comportamento sazonal de setores como comércio e serviços pessoais, que, “após aquecimento no fim do ano, não retêm parcela dos trabalhadores”.

Para efeito de comparação, no trimestre de fevereiro a abril de 2025, a taxa de desemprego no país estava em 6,6%. Também vale ressaltar que, desde o trimestre encerrado em maio de 2025, o indicador não superava 6%.

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Em relação à população ocupada (102,3 milhões de pessoas), o Brasil teve uma queda de 0,3% em abril e aumento de 1,1% no indicador frente ao mesmo trimestre do ano passado.

Apesar da redução, o IBGE ressaltou que a geração de trabalho e de renda se mantém. Entre os grupos pesquisados, houve redução de postos de trabalho no ramo de “outros serviços” (menos 162 mil pessoas), mas registro de estabilidade nos demais grupos.

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Renda média

Os brasileiros empregados receberam, em média, R$ 3.732 por mês, e a massa de rendimento real habitual atingiu R$ 377 bilhões. Esse indicador se refere à soma dos rendimentos brutos geralmente recebidos por todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham na semana de referência para o levantamento.

A Pnad Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil, segundo o IBGE. A amostra abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios e visitados a cada trimestre. Cerca de 2 mil entrevistadores atuam na pesquisa, integrados às mais de 500 agências do instituto em todo o país.

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