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Dólar fecha o dia cotado a R$ 4,99, à espera de retomada das negociações entre EUA e Irã

Moeda americana acumulou uma baixa de 9,04% no ano, marcando a sexta sessão consecutiva de fechamento negativo

Economia|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O dólar fechou quase estável a R$4,9927, após oscilações em margens estreitas.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações de paz com o Irã podem ser retomadas em breve.
  • O dólar acumula uma baixa de 9,04% em relação ao real ao longo do ano.
  • Pesquisa mostra Lula com 37% e Bolsonaro com 32% nas intenções de voto para a eleição presidencial de outubro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Movimentações entre EUA e Irã indicam progresso nas negociações de paz, mas sem notícias concretas Rahel Patrasso/reuters - 16.03.2020

O dólar fechou esta quarta-feira (15) quase estável ante o real, após oscilar em margens bastante estreitas durante a sessão, enquanto no exterior a moeda norte-americana exibia sinais mistos ante as demais divisas, sem que surgissem novidades de impacto sobre a guerra no Oriente Médio.

Em meio às movimentações de Estados Unidos e Irã para a retomada das negociações de paz, o dólar à vista fechou o dia em leve baixa de 0,02%, aos R$4,9927.


Foi a sexta sessão consecutiva em que a moeda norte-americana fechou com sinal negativo, ainda que com variação mínima.

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No ano, a divisa passou a acumular baixa de 9,04% ante o real.


Às 17h19, o dólar futuro para maio — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,14% na B3, aos R$5,0085.

Nesta quarta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a guerra com o Irã pode terminar em breve, sinalizando uma retomada das negociações nos próximos dias.


Conforme o site Axios, os dois países fizeram progressos na terça-feira e estão se aproximando de um acordo-quadro para encerrar a guerra.

Porém, sem notícias mais palpáveis sobre um possível acordo, o dólar oscilou em margens estreitas durante todo o dia, sem força para se firmar em alta ou em baixa.


Após registrar a máxima de R$5,0036 (+0,20%) às 9h26, o dólar à vista atingiu a mínima de R$4,9849 (-0,17%) às 10h27.

Da máxima para a mínima a variação do dólar foi de apenas -0,36%, o que mostra o quanto as cotações seguiram travadas, com os investidores à espera de novidades sobre a guerra no Oriente Médio.

“A divisa acompanhou o comportamento lateral do DXY (índice do dólar), com o mercado em compasso de espera por sinais mais claros sobre as negociações entre EUA e Irã, enquanto o petróleo oscilou, mas se manteve abaixo de US$100, reduzindo pressões adicionais”, resumiu Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito.

No exterior, às 17h13 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — mostrava estabilidade, a 98,075.

A divisa norte-americana subia ante o peso colombiano e a lira turca, mas caía ante o dólar australiano e o peso mexicano.

No noticiário local, destaque para a pesquisa Genial/Quaest sobre a eleição presidencial de outubro.

No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 37% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) soma 32%. Bem mais atrás aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 6%, e Romeu Zema (Novo), com 3%, entre outros candidatos. No segundo turno, Flávio tem 42% e Lula soma 40%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.

À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$750 milhões em abril até o dia 10.

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